Minha Amiguinha Putinha.

Eu ainda era novinha na época e decidi fazer um trabalho com uma amiga minha. Vou chamá-la de Camila. Ela era realmente linda. Tinha lábios carnudos e feições angelicais. Cabelo loiro, mais ou menos 1.62... Era magra, tinha um quadril largo e bunda grande. Os seios eram médios, marcando que estavam crescidos. Eu não ficava atrás. Já tinha seios formados como hoje, cintura fininha também, cabelos pretos, bunda empinada.

Eu tinha um namorado na época, mas não mantinha relações sexuais com ele. Sempre que podia ele me pedia pra chupar o seu cacete, eu fazia, mas não me acostumava a gostar daquilo, apesar de ser heterossexual. Mas quando ele queria me chupar eu dizia que não. Achava melhor só depois de mais tempo de namoro e sempre conseguia contornar.

Nesse dia fui almoçar na casa de Camila. Depois do almoço fomos fazer o trabalho. Antes disso ela disse que ia tomar um banho e começou a tirar a roupa na minha frente pra entrar no banheiro. Quando eu vi aquilo fiquei muito excitada. Fiquei assustada porque eu sabia que era hetero, mas fiquei na minha. Certamente Camila deveria ter notado como eu a olhei, pois entrou no banheiro rindo maliciosamente.

Ao sair do chuveiro e começar a se enxugar, tirou a toalha e ficou se apalpando. Me chamou até lá.

- Olha só amiga, como eu já tenho muito peito.

Eu dei uma olhada generosa, e falei contente:

- É sim, são belos seios.
- Quero ver os seus.

Quando ela falou isso, tomei um susto. Não deveria ser muito ruim mostrar os seios... Amigas fazem isso pra comparar o tamanho. Mas a voz de Camila insinuava algo mais. Então, sem nenhuma malícia, tirei a blusa. Camila olhou provocante, e perguntou se podia tocar. Eu consenti. Ela deu pequenos toques, e depois apalpou-me os mamilos. Sem me dar conta eu me excitei um pouco. Ela disse:

- Já tenho pêlo na buceta quer ver?

Camila não esperou manha resposta. Pegou minha mão e passou de leve em sua buceta. Senti ela molhadinha. Tirei a mão rapidamente e saí do banheiro. Ela me encarou;

- Já estou ficando uma bela moça não é?

Aquilo me perturbava, mas concordei e acenei positivamente com a cabeça, dando um largo sorriso. De repente Camila sentou numa cadeira á minha frente, abriu as pernas e começou a acariciar sua buceta.

- Quando eu quero diversão eu faço assim ó...

Ela mostrava o que fazia, apontando pra buceta com os olhos e massageando os lábios e o grelinho loucamente. Olhei perplexa e muito excitada... Camila começou a me chamar com o dedinho. Assustada, me dirigi á porta. Em vão, estava trancada. Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ela pôs a mão dentro do meu short, e começou a tocar minha buceta por cima da calcinha. Senti uma onda de calor passando por todo o meu corpo. Queria me livrar, mas estava cheia de tesão.

Ela foi mais ousada e meteu a mão por dentro da calcinha também. Me puxou até a cama e fez uma siririca louca em mim. Eu gemia baixinho pra ninguém ouvir. Ela esfregava e apertava meu grelinho. Ao mesmo tempo, colocava um dedinho devagar na minha buceta. logo passava de novo as mãos nela, bem rápido, e me deixava sem fôlego
.
Pedia pra ela parar sem forças de tanto tesão, mas era inútil, se eu falava ela fazia bem mais forte. Tirou meu short, e passou a língua pela minha virilha. Quando senti aquela língua molhadinha no meu grelinho, explodi... Dei um grito e ninguém ouviu.

A casa era grande, era a minha sorte. Rebolava naquela língua que ia de pouquinho em pouquinho engolindo meu gozo.Eu empurrava a cabeça dela contra a minha buceta, e ela esfregava o rosto lá. Gozei mil vezes, e delirei. .Quando não agüentava mais, sentei. Ela me encarou e perguntou cheia de malícia:

- Gostou?

Meio que com raiva a deitei com força na cama... Ela já estava nua, pois a toalha tinha ficado na cadeira. Abri as suas pernas, e meti-lhe a língua de uma forma que a fiz tremer e gritar.
Ela esperneava, e eu segurava as pernas pra que elas não me acertassem. Quando ela fazia menção de querer fechá-las eu as abria ainda mais e dizia:

- Não faz isso eu quero gozar, ai ai ai vai vai vai.

E eu só provocava. De repente quando a vi vermelha de tanto tesão, chupei o grelho de uma forma que ela gritou e chorou ao mesmo tempo gozando na minha cara, bebi tudo. Era salgadinho, ótimo!
Meti dois dedos de uma vez , o que pode parecer pouco mais a estraçalhou já que era virgem. Chorava e chorava, pedia pra parar, mas eu não quis.Eu gritava:

- Toma isso vadia gostosa, toma.

E socava os dedos várias vezes repetidas até que ela me empurrou mais ainda... dizendo:

- Por favor, eu não agüento mais, pára!

Ela se contorcia de tanto prazer, mas dizia que ia explodir porque não agüentava mais o tesão. Gozava muito na minha cara e eu lambia. Pra terminar peguei um objeto cilíndrico que estava ali perto , e sem pensar duas vezes meti. Dessa vez gritava:

- Vai, mete porra

Sem pensar nenhuma vez eu tirava e colocava o objeto que parecia um porta lápis forrado á borracha, algo assim. Estava tão molhada, que o objeto voava pra dentro de sua xana, escorregava pelas minhas mãos. Quando vi que a sua xaninha já tava ficando roxa de tanta socada, eu parei. Ela se deitou e fechou os olhos ofegando e quase dormindo. A cutuquei...

- Não dorme putinha...

Com muito esforço ela sentou-se na cama, e disse que quase morreu... choramingou, disse que tava doendo muito, mas que não era mesmo pra eu ter parado.
Foi ai que de repente ela sentou no meu colo, encaixando-se na minha cintura e grudando a buceta dela com a minha. Começou a esfregar nosso grelinhos! Que maravilha. Fazia movimentos com o quadril, esfregava, eu gemia de tesão por causa daquele contato de atrito. Quando eu gozei ela finalmente parou., fui tomar um banho , e quando voltei ela já estava dormindo na cama de tão cansada.

A acordei pra que ela ao menos vestisse um pijama, pois estava nua e qualquer uma iria estranhar, ela toda aberta na cama sem roupa alguma e suada. Ela levantou e foi tomar um banho, mas antes que eu saísse do quarto beijou o cantinho da minha boca. Minha mãe já me esperava no carro lá fora  Pois eu havia telefonado, tive de ser rápida... Pedi que ela não dissesse á ninguém, e ela concordou. Saí daquele quarto bastante satisfeita.

Conto erótico recebido por email – autora anônima

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