Quando Chupei a Primeira Boceta

A primeira foi Kelly. Após muito tempo bicando as calcinhas de minhas colegas da sexta série, fantasiando e sonhando com o formato, o cheiro e o sabor do que havia por trás daquelas peças sensuais, chegou, finalmente, o meu dia.

Estávamos no apartamento de cobertura do meu tio Hamilton. Giovana, de 1X anos, e Kelly, de 1X, se encontravam no banheiro quando entrei, a tempo de ver Kelly fazendo xixi acocorada no piso do boxe, fora do alcance da água. Estava pelada e depilada, mas o que me impressionou foi seu clitóris. Grande.

Mais tarde, ela estava sentada na espreguiçadeira ao lado da piscina, de topless, com os olhos fechados de modo sonhador. Não tive dúvidas. Agachando-me, pus na boca um de seus lindos peitinhos. Ela teve um sobressalto, abriu os olhos, eu me atirei à piscina. Pouco depois, ela se atirou também à água.

— Tô a fim de chupar tua xoxota — disse-lhe eu sem rodeios.

Era isso que eu queria. Eu estava que não aguentava mais de vontade de meter a boca numa boceta.

— Amanhã eu venho sozinha — prometeu ela.

Ela veio. Eram quinze horas. De posse de uma cópia da chave do apartamento, eu resolvera deixar tudo para a tarde. Desse modo, evitaria ter de improvisar o almoço. Era um dia de prolongamento do feriado da Independência, o que, para mim, dava na mesma, pois minha escola, como também outras da região, simplesmente ignorava os sábados letivos.

Vestida de saia azul e blusa branca com o desenho de um poodle, ela explicou, do alto dos sete centímetros a mais que lhe davam as sandálias de afivelar:

— Tive um trabalhão pra despistar a Giovana.

Ela tirou as sandálias.

— Tô a fim de tomar um banho na piscina — disse ela. — Mas não pude vestir o biquíni, senão a Giovana ia desconfiar. Vou mergulhar de calcinha mesmo.

Ocupada em aliviar a tensão da espera numa taça de vinho doce surrupiado da adega do titio, eu a vi tirar a blusa e a saia. Em seguida, ela se dirigiu à piscina. Acompanhei-a.

Ela se jogou na água, eu fiquei observando.

Ela saiu da água, com a calcinha branca colada ao sexo, e se esticou na espreguiçadeira. Peguei a taça de vinho e fui para perto dela.

Ela aceitou um gole e fechou os olhos. Eu me inclinei e chupei seus peitinhos.

Chupei mesmo, sem o temor de sermos surpreendidas. Eram uma delícia aqueles seios pequeninhos. Quando procurei seu beijo, ela não recusou; mas correspondeu um tanto friamente.

— Vou tomar um banho de chuveiro — disse ela levantando-se.

Eu já tinha ligado o condicionador de ar no quarto do Hamilton e preparado a cama com os lençóis que encontrei no roupeiro. O quarto, com as cortinas, fechadas, estava bem fresquinho. Eu estava decepcionada com a atitude de Kelly. Pela sua rapidez em aceitar meu convite, eu tinha imaginado bem diferente aquele encontro.

As coisas, porém, estavam demorando muito a acontecer. Com a sensação de estar perdendo terreno, liguei o televisor. Após uma espera angustiante, a sensação tomou forma de desilusão, ao vê-la entrar, vestida como quando chegara. Faltavam-lhe apenas as sandálias.

— Tenho que ir pra casa — desculpou-se ela.

Eu não poderia aceitar a derrota.

— Não vai, não! — retruquei agarrando-a pela cintura e derrubando-a na cama.

Ela se debateu um pouco, depois se aquietou. Eu levantei a frente de sua saia e tentei tirar a calcinha molhada. Ela se opôs, segurando-a firmemente.

— Não vou forçar a barra — disse eu, sentando-me a seu lado. — Só acho que, se você não queria, não devia ter vindo. Eu fiquei tão contente ontem, quando a gente conversou na piscina. Vou confessar uma coisa: faz tempo que eu tenho vontade de chupar uma xoxota…

— E nunca chupou? — interrompeu-me ela com vivo interesse.

— O máximo que rolou, até hoje, foi um ou dois beijinhos.

— Mentirosa! — disse ela mais descontraída. — Você já chupou meus peitinhos.

— É verdade — concordei. — E gostei muito.

— Também vou confessar uma coisa — disse ela. — Sabe a Giovana? A gente já se beija sempre. Outra colega da escola também.

É comum. As meninas se beijam. E, às vezes, as coisas vão mais longe. No caso de Kelly, que vivia sempre com tesão (como eu mesma constatei) e se masturbava com frequência (como ela confessou), o desejo de que as coisas fossem mais longe era uma constante. Mas seu desejo sempre encontrava obstáculos. Certa vez em que ela foi dormir na casa de Giovana, esta começou a beijá-la. Depois de muitos beijos, Giovana se pôs a chupar os seios de Kelly. Não era a primeira vez. Dominada pelo desejo e impulsionada pela curiosidade, Kelly baixou a calcinha e empurrou a cabeça de Giovana para baixo. A boca de Giovana chegou bem perto; mas se afastou. Depois disso, não aparecera outra oportunidade.

— Vamos dar um final feliz a essa história? — propus. — Faz de conta que eu sou a Giovana.

Logo estávamos as duas só de calcinha. Toda a tensão, ou vergonha, ou medo, que ela demonstrara no início havia desaparecido. Quando eu lhe beijei a boca, ela correspondeu com ardor; quando eu chupei os peitinhos, ela suspirou, baixou a calcinha até os joelhos e começou a empurrar minha cabeça, lentamente. E lentamente minha boca foi se aproximando daquela boceta que tinha me impressionado na véspera.

Que emoção!

O bom de uma coisa inacabada é que pode ser retomada a partir do ponto onde foi interrompida. Para dar melhor desempenho à interpretação, aproximei depois afastei a boca. Então, contorcendo-se, na agonia da espera, ela implorou, de olhos fechados:

— Chupa, por favor!

A partir daí, a história não tinha mais enredo. Segurando sua calcinha, eu a retirei completamente. Kelly abriu as pernas, eu me deitei entre elas e chupei sua boceta com avidez, com sofreguidão. E era uma delícia. Deslizando a língua pelos lados, pela fenda, indo e voltando, eu lhe mostrei o mundo maravilhoso que ela não conhecia.

— Ai! que gostoso… — suspirou ela.

Meus lábios envolveram seu grelo. Ela soltou um gemido. Sob o efeito de minhas lambidas e sucções, seu clitóris despertou, e inchou, e endureceu. E Kelly, surpresa com tanto prazer, gemeu e retesou o corpo para anunciar que estava tendo um orgasmo.

Era hora de parar.

Satisfeita da vida, apoiei a cabeça em sua coxa. Com o rosto bem próximo da primeira boceta que eu provava em minha vida lésbica, aspirando seu cheiro de excitação, senti sua mão vir afagar meus cabelos. De meu lado, molhei um dedo na boca e me pus a deslizá-lo delicadamente ao redor de seu clitóris.

— Gostou do meu pinguelo? — perguntou ela.

— Muito.

Feliz, muito feliz, eu lhe beijei a xoxota e comecei tudo de novo. Beijando, mordiscando, lambendo, aspirando, mostrei a Kelly todo o prazer que uma boca pode proporcionar. E seus gemidos, como música em meus ouvidos, foram prenúncio das muitas bocetas que eu ainda iria provar. Ao final, cansada de tanta emoção, adormeci.

(Adaptado do livro Érika 12 — www.editoraschoba.com.br)

Conto erótico recebido por email by Érika

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