Minha Prima e seus Dois Cabaços


A história que vou relatar aconteceu no final de 1992, quando eu tinha 18 anos. Eu precisava de notas boas para poder passar de ano na escola. Sabendo disso, minha prima, uma morena de idade igual a minha, 1,70m, pernas firmes, coxas roliças, bundinha arrebitada, peitos médios durinhos, boca carnuda e olhos cor de mel ofereceu-se para me dar aula à tarde em sua casa. Combinamos para o dia seguinte, logo depois do almoço.

A caminho de sua casa, parei numa banca de jornal e comprei uma edição de As Raspadinhas, revista pela qual sou louco e tenho coleção. O dia era de sorte e boas surpresas para mim. Meus tios e primos, com exceção da priminha, preparavam-se para uma viagem de visita a parentes em outra cidade.

Já de saída, eles me cumprimentaram e me disseram que Sandra estava a minha espera numa área arejada e com uma mesa no fundo da casa. Nos despedimos, entrei e encontrei minha prima. Ela vestia um shortinho minúsculo, que mostrava o começo de sua bundinha.

Sentada quando se virava de lado, via ainda parte de sua calcinha branca e alguns pentelhos. A mini-blusa folgada deixava quase a mostra seus lindos peitinhos. Eu não agüentava de tesão e, antes de mais nada, fui ao banheiro bater uma punheta em sua homenagem.

Ao voltar, ouvi gemidos e gritinhos de prazer. Aproximei-me sem fazer barulho e surpreendi a priminha com o biquinho do peito para fora da blusa e a mão na buceta. Sandra estava lendo uma historia da revista que eu havia comprado.

Ao me ver, cobriu o peito e perguntou ha quanto tempo eu a observava. Em vez de responder, perguntei-lhe por que havia interrompido a leitura e a siririca quando me viu.

Não sei... Li o relato de uma raspadinha e não consegui me controlar, respondeu-me, tentando disfarçar um tesão que também tomava conta de mim. Sentei ao seu lado, alisei seu cabelo e lhe fiz uma confissão: Sempre senti muito tesão por você. Continuei a acariciar seus cabelos, rosto e nos beijamos.

Que delicia foi sentir aquela língua batendo na minha. Passei minha mão por sua bunda, peitos e bucetinha melada. Estava começando uma outra punheta quando ela arrancou minha calca, fez sentar-me, ajoelhou-se a minha frente e meio sem jeito começou a chupar meu pau. Que gostoso

Ela engolia e beijava com carinho minha rola! Parava, segurava com firmeza, me batia punheta lentamente e voltava a abocanhá-la. Eu gemia de tesão! O gozo veio chegando, não segurei e enchi aquela boquinha de porra! Enquanto dava mos um tempo, tive uma idéia.

Sugeri-lhe que raspasse a sua bucetinha. Ela ficou indecisa. Levei-a para o banheiro, tirei sua blusa e comecei a chupar seus peitinhos. Abaixei, arranquei o shortinho e a calcinha, vi aquela maravilhosa bucetinha, cai nela de língua ate fazer minha prima gozar entre fortes gemidos. Em seguida, ela sentou-se na borda da hidromassagem e abriu bem as pernas.

No armário da parede, peguei creme de barbear, aparelho de barba, umedeci sua bucetinha, passei o creme no pelos e comecei a raspá-los bem devagarzinho. Quando terminei o trabalho, aquela bucetinha carequinha estava mais tesuda e gostosa do que a das revistas.

Meu pau ficou uma tora de tão duro, a cabeça latejava e eu não via à hora de foder aquela bucetinha raspadinha. Minha prima entrou na banheira vazia, ficou semi deitada, abriu as pernas, colocou uma em cada borda e convidou:

Vem... Vem estourar meu cabacinho!

Enfiei a cabeça do meu pau naquela buceta carequinha e o enterrei de uma só vez dentro dela. Minha prima soltou um grito e passou a mexer o quadril gostosamente! Que tesão! Entre gemidos loucos, ela apertava minhas costas e me beijava demoradamente.

Aumentei os movimentos da metida e ela gozou escandalosamente! Na hora do orgasmo tirei meu pau de dentro de sua bucetinha e jorrei toda minha porra em sua barriga. Que delicia! Meu pau não amolecia. Eu queria mais, minha vontade era de comer seu cuzinho. Pedi e ela ficou de quatro na banheira.

Passei creme em meu pau e chupei seu lindo botãozinho. Lambuzei seu roxinho de creme. Encostei meu cacete no buraquinho, mas havia resistência. Para abrir caminho, enfiei um e depois dois dedos em se u cuzinho. Voltei a encaixar ali meu pau e forcei para penetrá-la. Fui pressionando minha pica, que avançava com dificuldade.

Minha prima gritava. Que cuzinho apertado e quentinho! Não agüentei e gozei alucinadamente! Fizemos ainda um gostoso 6 no qual pude sentir e saborear o aroma daquela bucetinha em minha boca.

Muito sexo e nenhum estudo. Peguei meu material, nos despedimos e fui para minha casa no começo da noite, pensando apenas na sorte que tive de estourar duplamente o cabaço de uma buceta raspada e de um cuzinho justamente na minha primeira transa...

Conto erótico recebido por email - autor anônimo

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