Sou Tarada por Policiais

Meu nome é Márcia, tenho 28 anos, sou casada e meço 1,55m. Sou um pouco gordinha, mas os homens acham-me muito sexy, talvez porque lhes agrada a forma como me visto: Gosto de usar saias justas, mas com grandes decotes a terminar na zona das coxas, meias ousadas, de renda e tops justos e cavados a realçar meus seios. Tenho o cabelo loiro, liso e longo. E mais uma particularidade: sou doida por policiais!

Tenho o maior tesão por policiais, de qualquer corporação, mas principalmente os rodoviários! Sempre que vejo um, sinto logo uma grande excitação. Não sei de onde vem esta minha tara, mas a verdade é que sempre que penso nisto, fico toda úmida. É óbvio que o meu marido nada sabe sobre esta minha fixação; porém, por várias vezes, enquanto ele me fode, eu me imagino sendo penetrada não por ele, mas sim por um policial fardado. Excitada com tanta fantasia, decidi mudar o rumo dos acontecimentos, e parafraseando uma colega minha: "Uma fantasia só o é até que aconteça!”. Por isso, decidi contar aqui o que me aconteceu algum tempo atrás. Vou tentar me relembrar de todos os detalhes:

Era um fim de tarde chuvosa de Inverno, em que eu saíra meio desorientada do trabalho, pois meu patrão, um velho imundo, havia me ameaçado dizendo que se eu não colocasse meu serviço em dia, se não parasse de fazer tanta confusão na entrega das mercadorias, me colocaria no olho da rua.
Eu ia a acelerar pela estrada deserta afora quando percebi uma luz azul a piscar e o som de uma sirene, mesmo atrás de mim. Notei que se tratava de uma moto da polícia e o agente fazia-me sinal obrigando-me a parar no acostamento. Pelo espelho retrovisor observei um imponente policial a deslocar-se em direção ao meu carro... Com certeza, iria multar-me!

Ele desceu da moto, caminhou em minha direção e enquanto caminhava, apreciei o volume naquele local do uniforme o qual eu tanto aprecio. Lembrei-me da figura de John Wayne em seus filmes de cowboys machões.

- Boa tarde! Ele saudou batendo a pala.
- Boa tarde! Respondi com a voz trêmula.
- A senhora está com pressa? Escarneceu com uma voz grave.
- Não, senhor agente. Descuidei-me um pouco! Respondi.
- Ah, descuidou-se? Deixe-me ver sua carteira de motorista, por favor!

Imediatamente procurei por meus papéis e gelei ao perceber que haviam ficado todos no escritório, junto com minha bolsa de mão. Meio sem graça, desculpei-me:

- Não sei como dizer-lhe, mas saí tão apressada do serviço que me esqueci da bolsinha onde carrego todos aqueles papéis e o dinheiro. Mas meu nome é Márcia.
- Quer dizer que estás a dirigir sem carteira de motorista? Sabes o que isso significa? Estás transigindo as leis de trânsito.

Não encontrava palavras para justificar meu erro, mesmo porque estava encantada com a figura daquele macho a censurar-me. Era moreno e entroncado. Devia medir 1,80m e tinha uma face bonita, não fosse uma grande cicatriz no lado esquerdo do rosto, o seu ar era um pouco sisudo, como eu gostava, aliás! Não tinha qualquer aliança e deveria ter uns 30 anos, mais ou menos. Fiquei louca por ele e toquei-lhe nas mãos robustas e fortes, quando ele se debruçou sobre a janela do carro.

- Vou ter de lhe passar uma multa por excesso de velocidade, Dona Márcia, proferiu.
Sorridente, conformada e confiante já, disse-lhe:

- Oh! Que bom! Pensei que irias multar-me também por estar com os faróis queimados!
Ele olhou-me, ou melhor, olhou meus seios e afirmou:
- Nesse caso, terei que multá-la por três motivos: dirigir em alta velocidade, sem os documentos e com os faróis queimados. As multas são bem pesadas.

Eu fiz um biquinho fingindo-me de entristecida ante aquela ameaça:

- Não há outra forma de resolvermos o assunto, senhor agente? Desafiei-o olhando diretamente em sua protuberante braguilha e dando uma pequena lambida nos lábios vermelha cereja.
- Que queres dizer com isso? Perguntou reparando bastante em mim.

O seu olhar percorreu-me o pescoço, a face e demorou-se no meu curto top, que fazia adivinhar umas tetas durinhas e alvas. Puxou o talão de multas e começou a folheá-lo, como se fosse uma arma apontada para mim.

- Por favor, já estou com tantas dívidas que faço qualquer coisa para não ser multada.
Minha voz era lamuriosa e eu não podia desviar meus olhos de sua braguilha enquanto me lamentava. E ele notou isso e não fez questão de esconder o volume crescendo naquele ponto.

- Tem certeza de que farias qualquer coisa mesmo?

E enquanto ele falava, guardou o talão de multas, segurou minha mão e verificou o anel de casada.

- Vejo aqui que a senhora é casada... Gosta de cornear teu marido?

Ao dizer isso, aproximou-se tanto da janela do carro que praticamente colocou sua mala estufada a minha disposição. Estava na altura de minha face, portanto não podia mais ver seu rosto. Notando que ninguém nos observava, já que a estrada era muito pouco movimentada, aproximei meu rosto de sua braguilha, procurando sentir o calor que poderia haver ali. Observei o cassetete de borracha preso ao lado de sua cintura e deu-me vontade de lambê-lo.

Suas mãos atravessaram a janela do carro e começaram a bolinar meus seios, praticamente tirando-os para fora do top.

- Gosta de chupar um caralho? Perguntou-me, enquanto bolinava meus seios apertando os biquinhos deles até fazer-me sentir um pouco de dor, mas muito tesão também.
- É o meu sonho,já sonhei diversas vezes que estava sendo alimentada por um policial bem grande através da janela de meu carro.
-Então. O que estás esperando? Acho que tenho o que você gosta. Podes começar.

Ao dizer isso, puxou o zíper das braguilhas que ficaram entreabertas e eu, respeitosamente meti minha mão lá dentro, encontrei muita dificuldade para trazê-lo para fora, porém ele me ajudou: um belo pênis que aumentava gradativamente de tamanho até ficar completamente curvado para cima! Duríssimo, com a cabeça coberta pelo prepúcio mais escuro.

Lambi meus lábios de satisfação, pois meu marido era um nada comparado com aquela maravilha! Devia medir uns 22 centímetros, e sua grossura era impressionante principalmente na ponta! Ele aproximou-se mais ainda de modo que sua ferramenta toda ficou à minha disposição dentro carro. Eu cheirei aquela arma, embriaguei-me de seu odor tão másculo...

Enquanto meus seios eram manipulados por sua mão esperta, aproximei os lábios do cacetão e suguei a ponta dele, sentindo o sabor de macho. Gulosamente enfiei a cabeçona inteira dentro da boca e comecei a degustá-la. Incrível o resultado disso!

Imediatamente, a glande cresceu mais ainda tomando proporções assustadoras! Que caralho maravilhoso tinha aquele policial! Eu sequer conseguia abocanhar mais que a um terço dele! Mesmo assim, chupei-o longamente, aproveitando para masturbá-lo rapidamente antes que surgisse algum carro no horizonte.

Felizmente, isso não aconteceu e após vários minutos fazendo a boca percorrer todos os contornos, desde a base até a ponta úmida, sugar toda a gosma que saia dele, senti que o policial arquejava e se preparava para ejacular.

Ao mesmo tempo em que o chupava, meti minha mão esquerda dentro de minha calcinha e procurei me satisfazer também, ajoelhada sobre o banco do carro e já pensava em pedir-lhe emprestado o cassetete para metê-lo dentro de minha racha, mas me satisfiz com os dedos mesmo.

Logo após te-lo chupado por um bom tempo, começou a mover seu corpo e percebi que estava a fuder minha boca, o caralho a deslizar para dentro de meus lábios em velocidade crescente!!

Avisou-me que iria gozar e me preparei para receber os jatos de porra, e quando isso aconteceu, infelizmente, me atrapalhei toda e seu caralho escapou-me, suas esporradas atingindo meus seios e o interior do carro, o volante, o banco do passageiro, ficou tudo lambuzado! Ele olhou-me meio zangado e disse-me:

- Por que tirou a boca justamente quando eu gozava sua vaca? Veja só a melequeira eu fiz no teu interior do teu carro. Não gostas de porra?

Eu tentava me recompor atabalhoadamente, estava a me recuperar do orgasmo que tivera ao ver os jatos de esperma voando em todas as direções, mas ele segurou minha cabeça e fez-me lamber a porra que havia espirrado sobre o volante do carro.

Depois que eu já havia lambido quase tudo, segurou-me pelos cabelos e trouxe minha cabeça em direção ao seu caralho, ainda bem duro, mas todo lambuzado de esperma na ponta e ficou enfiando-o longamente em minha garganta até que quase vomitei devido ao esforço para engoli-lo inteiro.

Obrigou-me a limpá-lo completamente com os lábios e finalmente quando ele se afastou, pensei que estava tudo resolvido! Satisfeito, guardou aquela mangueira dentro das calças e beliscou-me a bochecha, dizendo que eu era uma grande chupadora e gostaria de “multar-me” novamente no dia seguinte. Porém na próxima vez eu teria que fazer a coisa completa...

Eu o agradeci pela compreensão, afinal havia me perdoado as multas, tentando sorrir, apesar dos olhos estarem ardendo devido aos jatos de mijo que haviam me atingido bem dentro deles.

Quando cheguei em casa, por sorte, meu marido não havia ainda voltado do serviço, de modo que tive tempo de lavar e secar o interior do carro e tomar uma refrescante ducha. Mas o problema é que a partir de amanhã, terei que procurar outra via para chegar ao local de trabalho...

Maldito e delicioso policial. Espero, um dia, encontrar outro patrulheiro com a mesma compleição física e com tesão de sobra.


By Márcia

3 comentários:

Anônimo disse...

muito bom.

Ana disse...

😈amei o conto sou louca por polícias, mas nunca tive o privilégio de ser algemada😔

Ana disse...

😈amei o conto sou louca por polícias, mas nunca tive o privilégio de ser algemada😔

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