Sofrimento Nada Virtual



Durante muito tempo tenho trocado e-mail com um carinha que conheci na net. Ele começou com um papo sentimental e acabou confessando estar a procura de uma mulher totalmente liberada com sexo. Mandou uma foto do seu órgão, que teria me impressionado, se não tivesse me deixado assustada. A régua junto ao membro indicava 25 centímetros (e segundo ele 7,5 cm de diâmetro). Como as outras fotos mostravam um garotão bem alimentado, fiquei curiosa e doida para ver aquilo ao vivo, apesar do medo de me expor. Marcamos na casa dele.

Eu achei que com a presença dos seus pais seria seguro. Cheguei ao condomínio na manhã do último sábado, temendo encontrar um farsante gordinho e cheio de espinhas rindo da minha cara. Foi bem diferente. Jota (apelido) estava de short e camiseta e exibia o físico das fotos. .Logo fiquei sabendo que tinha apenas 18 anos (nos emails ele escondia a idade). Mesmo sabendo que era um moleque, eu precisava conhecer o "equipamento" da foto.

Ficamos conversando numa área de lazer do condomínio. Com um pouco mais de intimidade, Jota começou a elogiar minhas formas, de um jeito abusado, típico de adolescente avançadinho. Eu estava me mordendo de curiosidade e não resisti muito... Ria de tudo o que ele dizia e não reagi quando ele encostou a perna em mim. Num instante estávamos nos beijando, sua língua quente descobrindo todos os cantos da minha boca. Com as mãos ele explorava meu corpo, experimentando meus peitos e minhas coxas.

Mas não podíamos exagerar porque uma babá estava passeando com a criança perto da gente. Jota na maior cara de pau pegou minha mão e enfiou dentro do seu short, sem deixar a babá perceber. Levei um bom tempo apenas percorrendo toda a extensão daquele cacete rígido, que eu mal conseguia segurar. Estava doida para ver aquilo, admirá-lo, colocá-lo na boca, recebê-lo...

Sem poder realizar meus desejos, contentei-me em punhetar aquele tesouro, fazendo Jota gemer baixinho. A cada movimento me impressionava mais o tamanho descomunal daquela vara e minha bocetinha já estava derretendo de tesão. Passados uns dez minutos, o monstro começou a pulsar na minha mão, finalmente expelindo um potente jato de porra gosmenta. Eu espalhei a gosma no pau de Jota, que amoleceu lentamente.

Tirei a mão de dentro do short e levei a mão à boca para sentir o gostinho do néctar daquele garotão ultra-dotado. Fiquei hipnotizada com o sabor almiscarado na boca e a imaginação a mil. Jota então perguntou se eu queria conhecer o resto do condomínio. Totalmente dominada eu disse que sim e fui atrás dele. Passamos por uma quadra de vôlei e chegamos a uma das piscinas. O tempo estava fechado e aquela área estava deserta. Paramos na beira da piscina e começamos a nos beijar novamente, eu me roçando no volume imenso abaixo da cintura do Jota.

Ele se afastou e habilidosamente levantou minha blusa. Sobre o sutiã, começou a morder meus mamilos enrijecidos, me levando à loucura. Eu mal me continha, quando Jota interrompeu as carícias, dizendo que precisava mijar. Como ele demorava muito a voltar e minha boceta queimava de vontade de ser arrombada pelo colosso juvenil, resolvi procurá-lo. Rapidinho encontrei um vestiário. A porta estava aberta e eu fui entrando.

Fiquei deslumbrada. Jota estava mijando. Seu caralho, mesmo mole, era gigantesco. Não acreditava ser capaz de acomodá-lo inteiro na minha vagininha delicada. Fui chegando perto para admirar melhor. Sem demonstrar surpresa, Jota virou para mim e com um movimento de cabeça me pediu para chupá-lo. Hipnotizada, eu caí de joelhos e abocanhei seu pênis brochado, ainda respingando urina. Nem me importei.

Apoiando-o na língua, fui fechando a boca devagar, tentando reanimá-lo. Aos poucos, Jota foi endurecendo, endurecendo e em pouco tempo eu não conseguia mais mantê-lo na boca. Passei a chupar só a cabecinha, segurando o que conseguia do resto com a mão. Eu mamava com vontade, queria satisfazer o dono de uma pica tão imponente. E também queria que ele me fodesse bem gostoso.

Autoritário, o moleque me mandou tirar a roupa. Eu protestei, mas não tinha condições de negar. Imagina se ele resolve não me enfiar aquele cacete possante? Tirei toda a roupa, ensaiando um striptease no final para deixá-lo ainda mais animadinho. Sua jeba apontava para cima, comprovando cada um dos 25 centímetros da foto. Jota elogiou meu corpo, dizendo que eu era um tesão de mulher, que devia ter muita gente querendo me comer por aí. Eu não ouvia, pensava só em ser penetrada pelo seu pau.

Ele então me disse para me apoiar sobre a pia, deixando a bundinha exposta. Obedeci cegamente, tremendo de pensar nos estragos que ele ia me causar. Pelo espelho, vi Jota se aproximar até praticamente engatar em mim por trás. Segurando seu cacete com a mão, esfregou a cabeça de baixo para cima, espalhando minhas secreções vaginais até o orifício anal. Estava quase gozando só de imaginar. Jota ficou brincando daquele jeito por alguns minutos, aumentando meu desejo ao extremo.

Eu já estava maluca quando a cabeçona começou a me empurrar. Parecia impossível aceitar aquilo dentro da minha bocetinha, mesmo lubrificada. Quando finalmente ia deslizar a ponta do caralho para dentro, Jota se afastou, rindo. Nessa hora, entraram dois caras muito parecidos com ele. Sem deixar que eu falasse, Jota os apresentou como seus irmãos (um de 16 e outro de 20) e disse:

- Primeiro vai ter que dar para eles. -Mandei que tomassem no cú, mas os três ficavam rindo, tinham pleno controle da situação. O caçula abaixou a calça, revelando que o dote era de família. Era quase tão grande quanto o irmão, apenas mais fino. Depois o mais velho fez o mesmo, me deixando de queixo caído. Sua piroca ainda mais grossa que a de Jota e o comprimento deveria ser o mesmo, se não maior. Não sabia se corria ou se atacava aqueles três milagres da natureza.

Jota facilitou as coisas se atirando em cima de mim, me lambendo toda, enquanto seu pênis gigante me cutucava por baixo. Sua língua roçando meus seios, ombros e pescoço me enlouqueciam e logo ele conseguiu me colocar de volta na posição. O caçulinha então tomou a frente e apontou a vara no meu cú. Antes de forçar a passagem, ele voltou atrás e pediu uma camisinha para o irmão. Eu gemia, precisava ser fodida O molequinho bem-dotado empurrou o pau contra meu cú, que não ofereceu muita resistência. Comparado com os dos irmãos, era fino, e entrou facilmente.

Mas ele era afoito (com seus 16 anos) e começou a estocar muito rápido, me fazendo gritar. Ele dizia:

- Grita, sua gostosa! Diz que meu pau é gostoso!

Apesar do mau jeito, o caçulinha me arrombava deliciosamente, atolando o pau no meu traseiro até encostar as bolas. Gozei duas vezes. .Logo ele esporrou e aliviou a ardência do meu rabinho. Jota então ligou o chuveiro e me empurrou para baixo da água morna. Aquela água escorrendo pelo meu corpo aumentou meu fogo e eu puxei-o pelo braço, pedindo para que me comesse de qualquer jeito. Jota começou a separar minhas pernas, me deixando meio sem apoio, e meteu o caralho no meio.

Eu gelei ao me dar conta das dimensões daquele pênis precoce, que já tentava me invadir a boceta, separando ao máximo meus lábios vaginais. Lubrificadíssima, aceitei a penetração com certa facilidade, apesar do tamanho do visitante. Ele mexia lentamente, devido à posição, o que era perfeito para me acostumar. O vaivém daquela vara enorme me fazia morder os lábios, tentando abrir espaço para Jota ir mais fundo. Rapidamente a sensação de prazer mudou para um misto de preenchimento total e dor. Eu sentia os pentelhos daquele macho e sabia que seu cacete estava fundo em mim, machucando meu útero.

Percebendo meu desespero, Jota me encostou na parede fria e me ergueu, abrindo de vez minhas pernas. Eu estava prestes a ser arrombada sem piedade. Numa posição mais adequada, Jota passou a me foder com força, investindo com tudo contra minha bocetinha esfolada. Seu pau arregaçava meus tecidos vaginais, me levava ao céu e depois me maltratava. Eu gritava:

-Isso! Aiiiiiiiii. Fode! Não. Ai. Fode. Come essa sua bocetinha apertada!

E ele comia, sem se cansar. Resistindo à dor, gozei intensamente e deixei que Jota soubesse, fazendo com que ele acelerasse ainda mais o ritmo. Suas bombeadas estraçalhavam minha vagina, me fazendo murmurar, pedindo que parasse, mas eu queria mais. Finalmente, depois de acabar comigo, ele berrou que ia gozar tirando o seu pau e se livrando da camisinha, esporrou na minha barriga uma quantidade impressionante de líquido viscoso.Eu caí anestesiada, quase sem sentidos. Pude ver o mais velho dos irmãos me olhando e dizendo:

- E eu, não vou experimentar nenhum dos seus buraquinhos tesudos?

Tremi só de pensar ser arrombada por mais um. Me esforçando para levantar, peguei aquele pau monstruoso com a mão e iniciei uma punheta. Ele protestava dizendo que também queria me comer. Eu dizia que não agüentaria. Para convencê-lo, me debrucei no seu colo e comecei um boquete. Chupava devagar, lambia da ponta ao talo, engolia as bolas, apertava o saco.Ele começou a gemer e, se ajeitando, segurou minha cabeça. Seu pau se esfregava nos meus lábios e batia no céu da boca.

- Fode minha boquinha doce, fode!

Ele esqueceu do resto e passou a estocar como se estivesse me comendo. Podia sentir suas veias tremendo, anunciando uma enxurrada de porra. E foi o que recebi. Eram jatos sucessivos, de sêmen grosso, grudento e abundante. Eu engolia o que podia e o resto escorria pelos cantos da boca. Depois do gozo do irmão Jota começou a me bolinar, tentando me preparar para mais. Eu estava afim, mas não conseguiria. Disse que minha mãe ia me buscar e já devia estar me procurando. Os três se amedrontaram e me deixaram ir, não sem antes dar uma chupetinha simultânea em todos. Fiz com prazer e, para ser sincera, aceitaria tomar no cú de novo. Fica para a próxima.

Autora Desconhecida

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