Tudo Aconteceu Quando Viajei

Tudo aconteceu quando eu viajei para uma cidade próxima da minha, mais ou menos 03h de distância, para passar o final de semana e participar de uma festa que estava acontecendo na cidade, estava junto comigo um amigo.

Lá chegando ficamos na casa de outro amigo que mora na cidade, tomamos um banho e saímos para dar uma volta, nos três. Quando passamos em frente ao Tiro de Guerra daquela cidade, uns soldados do exército estavam fazendo exercícios no pátio, parei o carro e ficamos olhando, meu amigo que mora na cidade conhecia um deles e ele veio até nós para bater um papo, logo em seguida vieram mais outros.

Estávamos conversando, quando um deles perguntou se nós não queríamos voltar a noite, pois não teria nenhum oficial lá. Assim foi combinado e assim voltamos. Quando chegamos por volta das 24:00h encontramos dois guardinhas de plantão, que logo nos reconheceram, um deles era alto mais ou menos 1,90m branco, com um corpo muito bonito o outro já era menor mais ou menos 1,70m, foi esse mais baixo que entrou e chamou os outros, de repente surgiram uns 30 soldados que estavam servindo o exercito, fiquei com medo e liguei o carro já querendo sair dali, mas, meus amigos pediram para que ficasse e fiquei.

Os soldados pularam o muro dos fundos e meus 2 amigos foram para lá e eu não quis ir, estava com medo, fiquei no carro junto ao portão e com o soldado mais alto que não podia deixar o posto vazio, ficamos conversando. Mais ou menos uma hora e meia depois meus amigos não voltavam e eu via sempre os caras pulando o muro e depois voltando se revezando.

Resolvi ir lá para ver o que estava acontecendo, foi quando tomei o maior susto de toda minha vida: meus dois amigos estavam de joelhos e envolta de cada um tinha uns seis soldados com as fardas abertas e eles estavam chupando os seis de vez .Quando um deles gozava subia para cima do muro e assim descia mais um, fiquei meio chocado com a cena e chamei meus amigos para ir embora, no que não fui atendido e ainda escutei dos carinhas que estavam em cima do muro para me juntar a eles pois só os dois não estavam dando conta, eu falei que não que não era acostumado com aquilo e que queria mesmo era o soldado da portaria que vou chamar de Arilson.

Eles então começaram a falar para o Arilson sair e dar conta do recado junto a mim. Ele saiu, entrou no carro, mas não rolou nada. Mais uma meia hora se passou e finalmente consegui abrir a calça dele e pegar no seu pau que era enorme, deveria medir uns 20 cm. Mais tarde vim a saber por ele que tinha 23cm, não muito grosso, mas com um saco enorme com as bolas grandes e lisinho do jeito que gosto. E seu pau é daqueles que não fica duro igual pedra, fica grande e macio.

Quando estava para colocar aquilo tudo na boca um dos meus amigos, aquele da minha cidade, enfiou a cabeça dentro do carro e chupou antes de mim. Dei um esporro o qual foi seguido pelo Arilson, saindo logo em seguida. Marcamos algo para o outro dia já que meus amigos tinham acabado com um batalhão inteiro. Eles tinha no corpo aquele perfume de porra, de tanto que gozaram nas bocas deles, eu senti nojo.

No outro dia liguei para o quartel e me avisaram que Arilson tinha ido para casa pois era seu dia de folga, pensei, fui enganado pelo cara. Mas estava disposto a ter minha primeira experiência anal, perguntei para o cara que me atendeu e ele me ensinou mais ou menos onde o Arilson morava.

Era em um lugar bem afastado do centro da cidade. Peguei o carro e fui até lá, quando cheguei no bairro perguntei ao primeiro que vi se sabia onde ele morava no qual fui informado que era na outra esquina. Fui até lá e encontrei um senhor na porta o qual perguntei se o Arilson estava. O senhor entrou para chamá-lo e quando o Arilson saiu e me viu ficou branco com o susto, mas veio falar comigo. Marcamos para sair mais a noite.

Voltei no horário combinado e quando cheguei ele já estava na frente junto com um cara mais velho, seu irmão, que nos acompanhou na nossa saída. Quando passamos perto de um bar dentro do seu bairro ainda parei e sugeri que tomássemos umas cervejas, já que o irmão mais velho estava junto.

Fui ao banheiro e chamei ele para ir junto, lá perguntei qual o motivo da presença do seu irmão, Arilson me falou que tinha comentado com o irmão o que tinha acontecido durante a noite anterior e ele quis vir junto para fazermos sexo a três. Completou dizendo que o pau do irmão era maior do que o dele.

Isso me deixou puto e com medo, disse a Arilson que eu nunca tinha dado a bunda e ele seria o primeiro. Arilson me compreendeu e dispensou o irmão que não gostou me fazendo prometer que no outro dia sairíamos juntos. Arilson e eu fomos para a casa do meu amigo entramos no quarto que era o meu. Tranquei a porta sem antes pegar uma garrafa de vinho branco que tinha reservado antes na geladeira e muitas camisinhas.

Começamos a tirar nossas roupas e beber o vinho, eu sempre fingia que bebia e ele tomou o vinho quase todo, partimos para a transa afinal. Arilson me deitou de costas com a bunda para cima, abriu e enfiou a língua dentro. Foi a primeira vez que alguém estava fazendo aquilo comigo, fiquei todo arrepiado. Depois foi subindo com a língua até eu sentir seu pau no meio da minha bunda, aquilo me deixou desesperado e com medo.

Ele notou e começou a falar coisas no meu ouvido, que não iria doer pois ele tinha muita experiência em comer cuzinhos virgens, que só no exercito já tinha comido uns seis carinhas e que era para eu relaxar. Só que não consegui relaxar porra nenhuma. Me virei e fiquei com o meu pau, que tem uns 19 cm junto, com o dele.

Comecei a bater uma punheta nos dois paus juntos, ele gostou, peguei sua mão e levei até lá. Ele pegou e apertou primeiro, depois os dois juntos e depois só o meu. Isso foi a dica que eu queria para poder avançar em cima dele, parti para dar um beijo em sua boca, mas Arilson não deixou. Falou que não beijava na boca de homem, dei mais vinho a ele e com muita resistência e promessas que não iria contar para ninguém, nem mesmo meus amigos ele me beijou. Depois do primeiro não me lembro mais quantos foram.

Arilson já estava alto de tanto vinho e eu também, então ele deitou com o pau para cima colocou uma camisinha e pediu para que eu sentasse em cima que assim era mais fácil de entrar, e assim o fiz.

Quando entrou parecia que uma lança de ferro quente tinha entrado rasgando tudo pela frente, quis fugir, mas ele era bem mais forte que eu devido aos exercícios que fazia no exercito, me segurou até eu me acostumar com aquilo tudo e começou a se mexer em baixo de mim, gostei. Ele percebendo que eu já estava mais acostumado com seu pau no meu cu, tirou de dentro sem mais nem menos e falou:

-Agora você vai ser comido do meu jeito. - disse me virando e colocando-me de quatro para em seguida lamber bem meu cuzinho que ardia ainda da primeira invasão.

Com uma cusparada bem no meio do meu cu e pegando seu pau colocou com força no meu cuzinho que fazia um barulho delicioso. Arilson então começou o que foi até hoje a melhor foda da minha vida e já se passaram 3 anos desde o ocorrido. Eu dei bem gostoso para aquele homem de 18 anos que estava servindo o exército. Arilson me comeu de todas as formas, me dava beijos deliciosos, batia punheta no meu pau duro, até dava umas lambidinhas nele de vez enquanto.

Foi nessa sacanagem toda que gozamos pela primeira vez, juntos os dois, nós estávamos na posição de frango assado, ele tirou seu pau do meu cu, retirou a camisinha e gozou na minha cara e barriga me lambuzando todo. Depois se deitou ao meu lado eu passei a mão na porra que era muita e enfiei um dedo em sua boca, ele chupou deliciosamente depois me deu um longo beijo.

Eu queria mais, fiquei de pau duro novamente, comecei a chupar seu pau que mesmo mole era muito grande, mas nada dele dar sinais de vida, foi ai que eu levantei suas pernas e comecei a chupar seu cuzinho, ele gemia de prazer. Fui subindo, chupando sua barriga e depois seus peitos. Sempre segurando suas pernas para cima, foi quando senti meu pau na entrada do seu cu, que piscava muito. Tentei invadir aquele pedaço de carne quentinha, mas não consegui, ele parou, desceu as pernas, me deu um beijo e pediu para levá-lo embora, que amanhã teria mais e com o irmão dele junto.

E assim foi a minha primeira vez, eu já com 22 anos e o Arilson com seus 18 anos recém completados. E ai vocês me perguntam e transa do outro dia junto com irmão de Arilson? - Foi ótima, mas essa conto em outra oportunidade.

Enviado por email – autor anônimo

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