Casal Perfeito


Tudo começou em um dia em que, de volta da faculdade, encontrei, ao chegar à minha prima Sônia uma coisinha linda, com tudo em cima. Nessa noite ela estava chorosa e chorosa me contou que havia terminado seu noivado. O motivo, disse-me ela, era porque seu noivo, Ricardo, vivia de porre. Era o tipo do cara que não lhe dava a atenção e o carinho que merecia.

Há um ano e meio ela vinha suportando uma situação desagradável, esperando apenas uma oportunidade para acabar com aquilo de uma vez pôr todas. Suas lágrimas, portanto, eram de felicidade. Finalmente, ela se livraria do bebum. E eu tive cuidado de convidá-la para um chope aleguei que a bebida a faria relaxar.

Fomos então para um barzinho pôr ali mesmo, onde eu realizaria milagres na emotividade de minha priminha. Quando nos sentamos à mesa, notei que mil pares de olhos masculinos se dirigiam para o corpo escultural de Sônia. Suas coxas, desnudas, e com tênue camada de pelos dourados, davam prazer de se ver.

Foi assim que, ao acaso, surgiu uma oportunidade que eu tanto aguardara e que agora se oferecia como que um presente dos deuses. Usaria para seduzi-la, toda a minha sutileza e diplomacia. Após uns três chopes, Sônia, agora mais calma, sugeriu que tomássemos um uisquinho, pois o chope lhe trazia recordações desagradáveis. Chamei o garçom e pedi duas doses de um bom uísque. Eu sabia que, depois que ela bebesse, o meu objetivo seria mais fácil de alcançar.

Não estava me sentindo o melhor dos caracteres, mas o apelo da carne é mais forte do que qualquer pieguice moral. Eu já acariciava as coxas de minha prima pôr debaixo da mesa. Sônia, já inteiramente inebriada pelo uísque e pôr minhas piadas picantes, fez uma pausa no riso e disse-me que não comia nada havia horas.

De caso pensado, paguei a conta e rumamos no meu carro para um simpático restaurante, que tinha pôr vizinho um aconchegante motel. No caminho, Sônia viu, no banco de trás do automóvel, um sutiã com certeza de alguma gatinha da faculdade.

Notei, antes pelo brilho de seus olhos que pôr suas palavras, que aquilo a deixou excitada. Aproveitei e contei-lhe uma meia dúzia de aventuras que vivi com algumas de minhas colegas de classe, tendo o cuidado de carregar nas tintas do erotismo. No restaurante, após comermos alguma coisa leve, iniciamos um papo sobre a liberalidade em todos os níveis da mulher.

A coisa começou e esquentar e, sem que eu esperasse, Sônia, puxando-me contra si, beijou-me deliciosamente sob os olhares admirados de alguns fregueses do restaurante. Pôr debaixo da mesa, e com muita discrição, minhas mãos roçaram, suas coxas roliças e peludas. em pouco tempo, meus dedos endiabrados penetraram em seu sexo ardente tirando-lhe sufocados gemidos de prazer.

Sentindo que estava na hora da decisão, chamei o garçom e pedi que me trouxesse a conta. Sem perda de tempo, entramos no carro. Ficamos os dois em silêncio até que estacionei na garagem do motel. Sentia, tale era o meu tesão, um friozinho louco me percorrendo a barriga.

Dei a volta na chave. Sônia, deixando-me adivinhar sob o jeans sua bundinha empinada e carnuda, era uma promessa de prazeres sem fim. Eu quase não acreditava no que estava vivendo. Ela, em sua deliciosa embriaguez, meteu-se logo debaixo do chuveiro, não sem antes me proibir de entrar no banheiro.

Foram momentos de intensa expectativa. Louco, com o membro duríssimo, fiquei imaginando a água tépida escorrendo pôr todo aquele corpinho gostoso. Mais um pouco e da saiu, vestida como entrou. Sentiu-se descalça na beira da cama. eu, ajoelhando-me à sua frente, comecei a beijar-lhe os pezinhos de formas perfeitas.

Sônia deixou que seu corpo caísse sobre a cama. Fui subindo com a língua sobre suas pernas. Beijei-lhe ternamente o joelho e continuei subindo. Meus lábios, língua e dentes acariciaram o interior de suas coxas. Ela se mexia levemente. Levantei sua saia de modo que somente sua calcinha branca lhe tapava o sexo. Beijei sua vagina sob o leve tecido branco. Rocei meu nariz entre seus grandes lábios e, levantando um pouco a cabeça, friccionei minha língua sobre sua vulva.

Senti que o tecido começava a se umedecer e aquele líquido que se desprendia de suas entranhas inundaram as minhas narinas com um perfume sem igual. Ao mesmo tempo, minhas mãos apertavam-se sobre seus seios. Sentia os mamilos se intumescerem debaixo de meus dedos.

Sônia gemia e, sem que eu pedisse, baixou a calcinha. Louco de tesão, enfiei a minha língua inteira em sua vagina. Ela gritou, apertou minha cabeça contra sua pelve cabeludíssima que se agitava ritmicamente contra meu rosto e anunciou, aos gritos e gemidos, que estava gozando.

Eu, não resistindo a todos aqueles estímulos, livrei-me de minhas calças e cuecas e, abandonando a carícia oral, penetrei-a em movimentos vigorosos. As marcas no lençol deixaram bastante claro que se tratava de uma virgem. Essa evidência, perto de meu membro esfolado, quase não dizia nada. Pela primeira vez em minha vida, rompi um hímen.

Depois de tanto prazer, de tantos gozos e da minha absoluta surpresa, adormecemos pôr mais de uma hora. Quando acordei, de membro ereto, estava roçando as nádegas carnudas de minha prima. O cheiro de sexo ainda inundava o quarto. Sônia, esfregando-se em mim, demonstrava, com os movimentos de sua bundinha tentadora, que queria receber tudo a que tinha direito. Não me diz de rogado.

Saboreei seus beijos deliciosos, e meus dedos penetraram em sua gruta, levando-a a atingir orgasmos múltiplos. Depois, foi ela quem teve a iniciativa e virou-se oferecendo-me seu buraquinho também virgem. Comecei, bem devagar, a colocar minha glande em sua pequena abertura anal. Como senti certa dificuldade na penetração, tive o cuidado de passar um pouquinho de creme lubrificante. Foi fantástico.

ela gemia a cada centímetro que entrava. Eu, cavalheiro, ia pondo devagar. Quando estava tudo dentro, foi que fiz Sônia subir pelas paredes, pois iniciei os movimentos mais selvagem de que fui capaz. Cada vez que eu entrava e saía de dentro de minha prima, arrancava-lhe lágrimas e gritos de dor e de prazer.

Ouvindo seus soluços, quis parar. Porém ela me implorou, soluçando, que continuasse. ela gozou mais de três vezes e, ao fim de certo tempo, pediu que a inundasse com o meu leite quente e farto. Fiz-lhe a vontade e ejaculei todo o meu gozo em suas entranhas em fogo. Foi um orgasmo fantástico, desses de que as palavras não traduzem as sensações.

Saciados, relaxados nossos desejos, ainda levemente sob os efeitos do álcool, adormecemos abraçados. Antes, porém, em mil beijos e carícias, demonstramos um ao outro o tanto que nos queríamos bem. E, no outro dia, amanhecemos fazendo amor. Desse dia em diante, passamos a viver juntos e hoje somos o que a maioria se preocupa em rotular de: “casal perfeito"

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