O Primeiro Pecado de Isaías

Sempre morei em Marabá, interior do Pará, e foi exatamente a alguns quilômetros dali que passei por minha mais excitante aventura. Eu tinha 19 anos, cabelos castanhos até o ombro e um corpo, modéstia à parte, escultural, de deixar os rapazes da vizinhança loucos de tesão.

Numa determinada tarde, resolvi acompanhar meus pai e meu irmão a uma fazenda, onde eles iriam comprar algumas cabeças de gado. Enquanto os dois tratavam de negócios com o fazendeiro, aproveitei para conhecer o local. Depois de me encantar com as belas casas dos peões, dei de cara com o filho caçula do dono da fazenda, um rapaz forte, bonito e com a pele bem queimada de sol. Fiquei um bom tempo observando aquele esplendor de homem musculoso, que não parava de trabalhar um só minuto.

Através da esposa de um dos peões, descobri que seu nome era Isaías e que tinha apenas 20 anos, embora aparentasse um pouco mais. Tentei me aproximar dele, mas percebi que sequer me notava. Entretanto eu não estava disposta a desistir tão facilmente de minha presa e no dia seguinte voltei á fazenda, pedi a nossos pais que deixassem Isaías me ensinar a montar cavalos e galopamos durante várias horas.

Ele parecia cumprir uma mera obrigação, mas já pressupondo este obstáculo, levei escondidas comigo três revistas erótica do meu irmão. Como o calor era intenso, resolvemos descansar na beirada de um arroio de águas cristalinas. Sentamos debaixo de uma árvore e achei que estava em hora de atacar. Saquei as revistas de dentro da blusa e comecei a mostrar a ele todas aquelas sacanagens.

Mas para meu espanto, Isaías afirmou que era crente e praticamente se recusou a apreciar as fotos. Insisti, fiz uma voz dengosa e ele acabou, cedendo, passando a observar a revista com rabo de olho.

A cada fotografia, Isaías ficava assombrado e numa delas em que aparecia um homem chupando a xoxota de duas mulheres ao mesmo tempo, achou que era montagem do fotógrafo. Ele dizia que na sua religião aquilo era proibido, mas, com calma, lhe expliquei que no amor qualquer coisa é permitida.

Aproveitei a mistura de espanto e excitação de Isaías, tirei a minha blusa e fui para a água. Chamei-o e com muito receio ele veio, porém sem se despir. Já com os trajes molhados, comecei a acariciar seu belo corpo e imediatamente percebi que seu pau crescia dentro da calça, com uma volúpia arrebatadora.

Tirei sua apertada camisa e passei a lamber freneticamente seu peito. Isaías não falava nada e eu me deliciava com tantos músculos. Depois de beijar-lhe o umbigo, pedi a meu rude peão que desabotoasse o seu jeans e abrisse o zíper. Quando vi aquele trabuco de quase 20 cm, capaz de encher qualquer rabo, passei a massageá-lo incessantemente.

Com o objetivo de deixar Isaías à vontade, enquanto eu gemia, contei a ele que em minha cidade já havia namorado um rapaz crente, que fazia de tudo comigo. Na verdade, apenas uma mentira para que ele não ficasse com medo de algum castigo.

Com Isaías mais tranqüilo, ensinei-o a me masturbar. No início, ele me machucou, mas como todo aluno aplicado, aprendeu rapidamente a lição. Fomos para fora d'água, deitamos na grama e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso. Ele tremia e urrava enquanto sua glande praticamente tocava minha garganta. Eu já estava entalada de tanto prazer quando senti jato quente e viscoso, que de tão forte parecia porra de cavalo.

Fiquei totalmente lambuzada com aquele leite maravilhoso. Isaías era um verdadeiro garanhão que tinha orgasmos pela primeira vez. Porém, a noite caiu rapidamente e decidimos voltar para a fazenda antes que tudo se tornasse um breu.

Para minha sorte, no dia seguinte papai resolveu dormir no casarão de visitas da fazenda de Isaías. Na mesma noite marcamos um encontro num curral desocupado e às duas horas da madrugada, pulei a janela do quarto em que dormia - na verdade, que não dormia - e fui para o local do encontro.

Isaías estava lá deitado sobre um colchão velho e enrolado numa toalha. Tirei a calcinha e fiquei com um camisão que uso como vestido. Com paciência, ensinei Isaías como se dá uma chupada gostosa em uma xoxota, e como usar o dedo em um cuzinho. De início, ele quase me mordeu o grelo, mas aos pouquinhos foi dominando a técnica de lamber e chupar. Esta insegurança dele me deixava ainda mais molhada de tesão.

Resolvi então retribuir seu esforço com uma autêntica aula e passei mordiscar-lhe a barriga, o saco e a bunda. Ele urrava como um cavalo doido. Quando finalmente os dois já estavam em ponto de bala, fiquei sobre Isaías e ardentemente fui enfiando em minha fenda aquele mastro enorme. Seu pau era tão grosso que eu , mesmo encharcada, tive de forçar passagem para abocanhar todo o seu falo

E comecei a cavalgar em cima do meu garanhão até atingirmos orgasmos sucessivos. Era bom demais tirar o cabaço daquele homem rústico. Assim foi até o sol raiar, quando voltamos rapidamente a nossos quartos para que ninguém desconfiasse da aventura.

Chegamos a nos encontrar outras vezes durante dois meses, até que o destino nos separou e eu me casei. Entretanto, jamais vou esquecer do Isaías e de suas palavras quando gozou pela primeira vez: “Lene, isto é pecado”...

Lene – por email

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