Minha Mulher

Eu e minha mulher - Renata, 22 anos, loira natural, cabelos longos, seios pequenos, rosto de revista, tímida, mas sapeca na intimidade - nos mudamos há dois anos para Miami, onde estamos trabalhando numa multinacional, ela como secretária bilíngüe e eu como tradutor.

No mês passado, recebemos a visita da filha de uma prima da Renata, que veio para os EUA e (como tantos outros amigos e amigas brasileiros) passou uns dias com a gente em Miami. Nossa casa às vezes parece hotel! Mas dessa vez eu não posso me queixar, pois a Luciana me deu motivos para querer que ela ficasse em definitivo por aqui.

Esse menina fez 20 anos há pouco tempo. É linda, de parar gente na rua para olhar. Clara de pele, com longos cabelos escuros e lisos, olhos azuis e um corpinho de modelo, sempre com um sorriso nos lábios bem delineados. Desde que eu a vi fiquei sonhando com aquela bundinha deliciosa. Ela estava fazendo um curso de inglês, numa escola que fica meio longe de nossa casa e por isso saia bem cedo, levando uma chave.

Eu e a Renata trabalhamos das 11 às 17 horas somente e muitas vezes gostamos de dar uma trepadinha de manhã, na luz do dia. Pois meu paraíso começou quando, na semana passada, nós estávamos nos amassando na cama, a Renata cheirosa depois de um banho de banheira e linda na sua camisolinha e calcinha de seda azul-bebê. Estávamos de lado, a Renata me passando a língua no rosto e nos lábios, me deixando de pau duro, passando uma perna por cima de mim e roçando a xoxotinha no meu cacete.

De repente, olho para a porta entreaberta do quarto e vejo a Luciana nos olhando. Tinha esquecido alguma coisa em casa e voltado para apanhar. Nós nem tínhamos a ouvido entrar, entretidos que estávamos no início da nossa transa. Eu não sabia se parava se falava para a Renata ou se continuava, fingindo que não tinha percebido nada. Eu já estava com tesão e fiquei muito mais tarado vendo aquela belezinha ali nos espiando.

Resolvi tocar em frente sem dizer nada para a minha mulher, que já estava louquinha querendo que eu a penetrasse logo. Afastando a calcinha para o lado, coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e deixei que ela, se esfregando e mexendo gostoso, fizesse o pau entrar, enquanto eu a pressionava apertando o seu bumbum contra mim. Meti fundo e fiquei passando o meu dedo em volta do cuzinho dela (ela adora isso), sendo beijado com tesão por ela, que me pedia para fazê-la gozar.

Eu fazia tudo isso sem tirar os olhos da porta. A Luciana continuava lá e ia ficando mais atrevida. Já tinha aberto mais a porta e estava passando uma mão nos peitinhos deliciosos e outra na xoxotinha, por cima da calcinha branca. Que tesão! Ela, é claro, sabia que eu a tinha visto e ficou ali me provocando ainda mais. E eu me exibindo para ela!

Ela passava a língua nos lábios e mexia os quadris como se estivesse trepando comigo. A Renata gozou e se deixou cair na cama ao meu lado, pedindo para que eu a deixasse me chupar. Passei para cima dela e dei meu pau para ela se divertir. Nessas alturas eu também estava quase gozando e não precisou muito para que eu molhasse o seu rostinho lindo com minha porra quente. E foi bem naquela hora que minha mulher olhou para o lado e viu a Luciana.

Ficou congelada, sem saber o que fazer, com minha porra toda no seu rosto e lábios e meu pau pingando ainda nas mãos. Foi a Luciana quem tomou a iniciativa e veio para a nossa cama. Fez com o dedo nos lábios o sinal de silêncio, deu um dos seus sorrisos de derreter e se colocou de mansinho ao lado da Renata. Começou acariciando os cabelos da minha mulher e foi aproximando seu rosto devagar, até chegar bem pertinho.

Olhando a Renata bem nos olhos ela começou a lamber a minha porra que estava no rosto, passando para os lábios. A Renata não se mexeu no início, mas quando a Luciana passou a língua em volta dos seus lábios e depois dentro de sua boca, ela começou a gemer e a se mexer, abrindo as pernas e deixando sua xoxota molhadinha à mostra. A Luciana, sem parar de beijar e lamber, colocou sua mão na xana da minha mulher e começou a bolinar.

Eu estava pasmo, tanto pela ousadia da menina quanto pela reação da minha mulher, que eu nunca tinha imaginado que fosse gostar de transar com outra mulher. E o garanhão aqui que tinha pensado que a gatinha estava com tesão por mim! Ainda bem que ela se revelou bissexual - e das mais gostosas! Enquanto deixava minha mulher bem doida, ela voltou seu rosto para mim e, fazendo movimentos com a língua me deu a entender que queria me chupar. Cheguei o pau perto daquele rostinho de anjo e ela me deixou durinho de novo, passando a língua devagar em volta da cabecinha, ao longo do cacete todo e na virilha. A Renata gemia como nunca e eu estava duro de novo, doido para meter.

A Luciana me surpreendeu mais uma vez, se colocando por cima da minha mulher e levantando o seu bumbumzinho para mim. Eu não quis nem saber: tirei logo a calcinha dela, dei umas lambidas no seu cuzinho para lubrificar e pus a cabeça do meu pau bem na entradinha do buraquinho dela, que piscava com vontade. Ela não parava de beijar a Renata e de enfiar o dedo da bucetinha da minha mulher, que, eu acho, já tinha gozado mais de uma vez. Quando a cabeça entrou no cuzinho da Luciana, ela emitiu um som pela primeira vez - e foi um gemido tão tesão que me deixou maluco. Empurrei tudo sem dó.

Ela agora gemia alto e a Renata, vendo aquilo, também. Ficamos os três nos mexendo juntos, com a Renata também passando a mão e metendo o dedo na xoxota da Luciana até que a Lú gozou. Eu segurei, pois não queria parar por ali. A Luciana rolou para o lado e, abrindo as pernas da Renata, me convidou para foder a minha mulher. Não me fiz de rogado. Deitei por cima e meti tudo.

A Renata parecia nas nuvens com o beijo triplo que ficamos nos dando, três línguas se tocando, três bocas juntas com muito tesão. Depois a Luciana encostou seu corpo no meu, por trás, e ficou mexendo junto comigo, como se estivesse fodendo a Renata também. Sem falar nenhuma palavra ela me fez deitar de lado e entrar na Renata exatamente como estávamos fazendo quanto ela chegou da rua e nos viu transando. Só que agora ela lambia e chupava a xoxotinha da Renata, que com o meu pau dentro ela e o seu grelinho sendo chupado pela Luciana, gozava sem parar.

A danadinha da Lú de vez em quando tirava o meu pau de dentro da minha mulher, dava uma chupadinha na cabecinha, lambia o grelinho inchado da Renata e colocava de novo o meu cacete para dentro. Numa dessas chupadas não resisti e gozei. Ela esfregava meu pau na bucetinha da minha mulher e lambia a porra que saia em jatos, fazendo nós dois gozarmos ao mesmo tempo. E depois veio dar mais um beijo a três, com minha porra na boca, que nós lambemos juntos até acabar.

Juro que foi a melhor transa da minha vida. Já fizemos outros menage-a-trois, mas a primeira vez foi a melhor. Agora as duas estão íntimas demais e eu estou desconfiado que andam transando entre elas quando eu não estou por perto. Será que isso é ser corno? De qualquer maneira, não quero que a Luciana volte logo para o Brasil. Está bom demais!

By Gringo

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