Conto Erótico: Jejum sexual dá nisso

Certo dia, enquanto fazia um lanche na pausa do almoço, numa lanchonete perto do meu serviço, encontrei uma amiga acompanhada de outra garota, chamada Estela. Ambas se sentaram na mesinha comigo, pois também iam comer algo. Senti um calor estranho no olhar de Estela, não de paixão, mas de uma atração irresistível, um tanto inexplicável. Para minha alegria, descobri que trabalhávamos a menos de duas quadras um do outro.

Eu e Estela dominávamos a conversa e resolvi arriscar um pouco mais, encostando minha perna na dela. Para minha surpresa, ela não só não retirou a perna, como forçou um pouco mais contra a minha. Comecei a fazer movimentos mais ousados, como subir e descer meu joelho em sua perna até tocar sua coxa, mas ela não recusava. Pelo contrário, olhava para mim e esboçava um delicioso sorriso sempre que isso acontecia.

As duas foram embora, mas antes, Estela deixou seu e-mail para contato. Mal cheguei no serviço e já enviei um texto, dizendo que tinha adorado conhecê-la, principalmente por ela parecer ser uma garota tão desinibida. Para finalizar, disse que tinha adorado ficar perto dela, pois aquilo tinha feito minha imaginação ir muito longe.

Em 15 minutos recebi a resposta, com poucas palavras, mas que dizia: “Porque não me conta onde sua imaginação poderia ir?”. Aproveitei a deixa e devolvi o e-mail, relatando tudo que gostaria de fazer com ela, caso nossa amiga não estivesse por perto e se eu pudesse fechar a porta da lanchonete.

Na sua resposta, ela me disse que tinha adorado tudo que estava escrito e que aquilo tinha mexido com sua cabeça mais “do que precisava”, já que estava sozinha há muito tempo. Foi aí que sugeri que resolvêssemos esse probleminha no dia seguinte, e ela aceitou, apenas respondendo que não teria muito tempo, pois não tinha quem cuidasse sua filha naquele dia, já que era mãe solteira.

Às cinco da tarde, eu a peguei de carro e iria apenas levá-la para sua casa. Ela me pediu para parar três quadras antes. O lugar era bastante ermo, debaixo de frondosa árvore, onde passava poucos carros ou pessoas. Aproximamo-nos e começamos a nos beijar. Beijos com desejo, com tesão, acumulado pela troca de intimidades do dia anterior.

Como ela usava vestido e meia-calça, eu comecei a passar a mão em suas coxas, subindo devagar até estar com meus dedos roçando seu sexo. Alisava, acariciava e tentava apalpar, mas com a calcinha e a meia-calça formando uma barreira grossa de tecido, só conseguia sentir o calor e a umidade nelas. Aliás, eu sentia um líquido viscoso nos meus dedos, tal o estado de excitação dela.

Peguei a mão de Estela e coloquei sobre minha calça. Ela, ao sentir a presença maciça do meu cacete, agarrou-o firmemente ainda sobre o pano como se quisesse arrancar meu pau de dentro, com roupa e tudo. Abri meu zíper e ela enfiou a mão por dentro da cueca, sem o tirar de dentro, entretanto. Foi então que sussurrei em seu ouvido:

– Eu queria sentir esse líquido nos meus dedos, mas sem esse pano todo para atrapalhar.

Ela olhou para todos os lados, olhou para mim e, levantando o quadril, rapidamente tirou a meia-calça e a calcinha. Voltou a me beijar, mas agora sentindo meus dedos invadirem sua xaninha babada. Juro que não me recordo de ter visto ou sentido uma mulher tão melada assim. Enfiei um dedo em sua buceta e o tirei. Havia um líquido grosso, cristalino, deliciosamente lubrificante. Chupei meu dedo na frente dela e voltei a repetir essa operação diversas vezes.

Nisso meu pau já estava em sua mão, apontando para o teto do carro. Às vezes ela movimentava as mãos, mas mais o apertava e segurava firme, como se quisesse certificar-se de que tinha mesmo um pau só para ela. De vez em quando, precisávamos parar para algum pedestre ou veículo que se aproximava. Quando passavam, retomávamos nosso delicioso amasso.

Meio sem jeito, fiquei beijando aquela boca carnuda, enquanto a bolinava e masturbava, até que Estela gemeu, gozou e travou as pernas, prendendo minha mão entre suas coxas.

Quando tentei retomar os movimentos, ela disse:

- Para. Eu já gozei... Não mexe- E sorriu.
- Então eu estou no prejuízo?!
Ela beijou minha boca e começou a me masturbar numa deliciosa cadência, que foi aumentando, acelerando, até que eu não consegui mais me conter e avisei que iria gozar.
– Goza, goza gostoso. - Disse ela.
– Mas eu não quero sujar minha calça, sussurrei sem muitas esperanças.

Foi aí que ela, novamente olhando em todas as direções e certificando-se que ninguém observava, abaixou-se e colocou meu pau inteiro na boca. Ao invés de me masturbar, ela fazia movimentos de vai-e-vem com a boca, fazendo com que minha glande esfregasse gostosamente em sua língua.

– Assim eu vou gozar, alertei, com medo de surpreendê-la com algo indesejado.
Ela acelerou os movimentos, mas, acreditando que ela não tinha ouvido meu alerta, para evitar constrangimento, novamente interrompi:
– Você vai me fazer gozar desse jeito!

Quando ela murmurou um ‘hã-hã’ de aceitação, soltei-me e ejaculei fartamente. Pelos sons que ela emitia, percebi que ela adorava receber toda a carga de esperma na boca, pois sorveu cada golfada de leite que saiu. Quando acabei de gozar, ela ainda fez uma “faxina” em meu pau e, levantando com um sorriso no rosto, disse-me:

– Tá limpinho viu. Não tem nadinha na sua calça.

Então nos beijamos, nos despedimos e ficamos de nos “falar” por e-mail no dia seguinte. Voltei para casa aliviado, doido de vontade de reencontrá-la. Logo pela manhã, nossas caixas postais se encheram de e-mails excitantes e promissores.
Ela me contou que tinha saído de um relacionamento errado, mas que a deixara com uma filha, e que, nos últimos seis meses, só tinha saído uma vez com um homem, mas que tinha sido uma experiência condenável. Convidei-a para sair de noite, mas ela falou que não poderia. Antes que eu desanimasse, falou que, se eu quisesse, a gente poderia sair no horário de almoço.

Passei no mesmo lugar e fomos direto para um motel. Agora, já sem os bancos do carro e o câmbio para atrapalhar, pudemos nos despir enquanto nos beijávamos. Ela tinha um corpo de fazer inveja para muita garotinha nova. Seios médios, mas firmes, com grandes auréolas rosadas. Uma cintura fina, seguida de um quadril que revelava formas deliciosas.

Ainda de pé, voltamos a nos bolinar, cada um alisando o sexo do outro. Então, fiz com que ela se sentasse e, me ajoelhando na sua frente, beijei sua boca, seu pescoço, seios. Até que ela se deitasse na cama.
Entre suas pernas, vislumbrei com clareza o que eu tinha apenas sentido na tarde do dia anterior. Sua linda buceta estava inchada e totalmente ensopada, a ponto de poder ver escorrendo pela polpinha de sua bunda. Os grandes lábios intumesceram de tal forma que dificultavam o acesso à sua entradinha vaginal, mas aquilo me fascinou ainda mais.

O tesão daquela garota era tanto que quanto eu mais chupava, mais saia líquido de dentro dela. Em pouco tempo de lambidas e chupadas, ela gozou sonoramente, com certeza se fazendo ouvir no quarto ao lado.

– Mete em mim. Mete... Enfia...
Num sadismo com seu estado emocional, eu apenas apoiei meu pau sobre sua fenda inchada e, pertinho de seu ouvido, sussurrei:
– Enfia onde?
– Enfia lá... Por favor!
– Lá onde? Não estou entendendo. Me diga onde você quer. - Provoquei.
– Você sabe onde. Enfia vai!
– Me fala onde, me fala onde quer que eu enfie.
Então, num rompante de desejo incontido, ela soltou:
– Enfia seu pau na minha buceta, mete logo.
– Você quer meu pau nessa bucetinha melada? Indaguei segurando no meu pau e
esfregando a cabeça ao longo de toda extensão de seus grandes lábios.
– Mete o caralho, por favor, mete esse caralho em mim, disse ela já em pânico.
Foi aí que me ajeitei, abri os grandes lábios, coloquei apenas a pontinha bem na entrada da vagina e forcei um pouco. Muito pouco, pois a cabeça nem chegou a entrar. Numa demonstração de desespero e ansiedade, ela tentou me puxar com as mãos, mas eu resisti. Travou as pernas e novamente tentou me puxar, avancei nada.
– Sobe um pouco, quero subir na cama também, disse para prolongar seu "sofrimento”

Já sem paciência, ela recuou e eu fui acompanhando seus movimentos, sem tirar a cabeça da entrada. Mal ela se acomodou, implorou novamente:

– Mete esse cacete em mim logo, pois você está me matando.
– É para enfiar? Agora?

Ela ia responder, mas eu a surpreendi, cravando minha lança de uma só vez, estocando fundo, pois literalmente ela estava ensopada e deslizou fácil. Soltou um grito longo e cravou as unhas nas minhas costas. Puxei meu corpo para trás e, de novo, enterrei de uma só vez. Sua buceta inchada parecia engolir meu pau. Deitei-me sobre ela e comecei a estocar, lentamente no começo, mas aumentando o ritmo.

Estela estava tão encharcada que os pelos em volta do meu pau ficaram babados, fazendo um barulho característico cada vez que meu membro entrava e saía de dentro dela. A mulher não cabia em si de contentamento, talvez fruto de seu jejum sexual de quase seis meses. Em pouco tempo, sempre gritando feito uma puta, ela gozou, literalmente quase ejaculando com sua buceta que escorria.

Ela parecia uma máquina de fazer sexo. Queria ser metida, fudida, penetrada. Fome de pau. Enquanto enterrava minha vara naquela xana sedenta, alisava seu cu, que não oferecia resistência quando eu o penetrava com o dedo.

Foi então que resolvi arriscar. Tirei meu pau de sua vagina e fiquei passando na entrada do orifício anal. Rindo da minha tentativa, ela falou que poderia enfiar, se fosse devagarinho. Nem preciso lembrar que sua bunda estava totalmente lubrificada com seus próprios sumos, que, naquela altura, tinham melado até o lençol.

Fiz com que ela ficasse de quatro e voltei a lamber sua buceta. Era estranho tanto líquido dela, pois dava mais a impressão de eu ter gozado nela, de tão abundante que estava. Lambi seu cuzinho e me posicionei.

No começo, houve alguma dificuldade. A cabeça começava a entrar, mas ela afastava o
corpo, suava, gemia e voltávamos à estaca zero. Mas, insistindo cada vez mais, ela relaxou e recebeu a cabeça no seu cu. Esperei um pouco e recomecei a enfiar. Meu pau foi sumindo até que ela me segurou, oferecendo aquele limite para penetrá-la.

Comi aquela bunda gostosa por 20 ou 30 minutos, ouvindo os seus urros e gritos histéricos como eu nunca tinha presenciado. Sem mais se conter, Estela gozou só com a penetração anal duas vezes, e aí pediu para eu parar, pois estava começando a doer. Foi minha vez de deitar na cama, com ela vindo por cima.

Ela segurou meu pau e se ajeitou, para então se afundar nele. Alternando reboladas sensuais, cavalgadas ritmadas e pulos que mostravam sua vontade de engolir uma vara até o estômago, gozou novamente, enquanto eu sugava seus seios que não paravam de balançar na minha frente. Fazendo com que ela ficasse parada, eu comecei a estocar para cima numa velocidade crescente, avisando a ela que estava prestes a gozar.

Então, ela saiu rapidamente de cima de mim e foi dar um delicioso boquete. Meu cacete ainda estava melado com seu líquido, mas isso não fez diferença para ela. Chupava e me masturbava ao mesmo tempo, por vezes engolindo meu pau até quase sumir em sua garganta. Quando percebeu que eu estava me retesando, ela aumentou a velocidade da mão e soltou um grito de tesão quando o primeiro jato de creme saiu, caindo na minha barriga.

As golfadas seguintes escorreram pelo meu pau e entre seus dedos, que não paravam de me masturbar, enquanto ela apenas assistia minha farta ejaculação. Ela praticamente me ordenhava. Enlaçava a base do pênis com o polegar e indicador e subia comprimindo-o, para se divertir com as últimas gotas que ela conseguia tirar.
Quando acabei finalmente de gozar, para minha surpresa, ela fez uma coisa que poucas mulheres fazem: deu um delicioso banho de língua. Lambia a porra de seus dedos ou a que escorria do meu pau. Chupava e sugava cada resquício de caldo branco ao longo de todo meu membro, girava a língua sobre a glande e lambeu, inclusive, a porra que estava na minha barriga. Então, sorrindo ela disse:

– Tá limpinho de novo!
Nos beijamos e fomos para a ducha, afinal, tínhamos que retornar para o trabalho.

Curioso na vitrine

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