Sem Cerimônia no Casamento

Conheci Rogério na festa de casamento da minha irmã mais velha. O clube estava lotado de gatos, mas aquele chamou minha atenção quando dançava com uma perua sem graça. Jussara, a noiva , trabalhava numa empresa de engenharia e, felizmente, tinha muito mais colegas homens do que mulheres. Claro que ela traçou todos, antes de dizer o sim para um médico, sete anos mais novo e também cheio de amigos gatésimos.

Abri mão de todos ao encontrar Rogério. Soube que estava trabalhando há pouco tempo com Jussara e ainda não entrara para o caderninho dela. Tratei de agir rápido para concretizar a conquista. Notei que ele já tinha bebido um pouquinho além do social e seria uma presa fácil. Foi só pedir para minha irmã fazer as apresentações e, depois, chamá-lo para dançar.

Meu vestido decotado e cheio de aberturas era um convite às mãos de Rogério. Deixei o rapaz à vontade, rindo das besteirinhas que falava ao meu ouvido e permitindo que encaixasse as pernas nas minhas. Na segunda música, ele já dava sinais de excitação nas partes baixas. Não sabia que Jussara tinha uma maninha tão engraçadinha, foi uma das besteiras que falou, mas nem liguei. Ia mostrar para ele a força da maninha.

O perfume dele e aqueles amassos me deixavam louca. A mordida na orelha foi fatal. Ele quase engoliu o brinco! Foi quando perguntei se estava a fim de pegar um ar na varanda do salão. Tinha 2O anos e não podia deixar meus pais perceberem qualquer coisa. Na verdade, seria difícil notarem alguma coisa, de tão envolvidos que estavam com a festa.

Na varanda, notei que Rogério suava frio e merecia cuidados. Que tal um banho de piscina para refrescar? Ele parecia não acreditar, mas continuei: A piscina do clube fica do outro lado e ninguém vai nos ver. Falava isso puxando a gravata de seda do meu objeto de caça, cada vez mais sem ação. Ah, tive outra idéia: vamos para a casa nova da Jussara. Está vazia e tem uma piscina linda só para nós dois.

Claro que o convite era irresistível e, em pouco tempo, estávamos no meu carro. Enquanto dirigia, Rogério passava a mão por baixo do meu vestido querendo alcançar a calcinha. Aquelas mãos quentes sobre a minha coxa eram incríveis, eriçando meus pelinhos. Quando os dedos chegaram à calcinha, freei.

Calma, detesto homens rápidos, ainda temos a noite toda. Rogério riu e, para alegrá-lo ainda mais, abri a calça dele, colocando para fora a pica rosadinha e musculosa, cheia de veias verdes e reluzentes. Voltei a dirigir com uma mão só, enquanto a outra se encarregava da marcha e do macho.

A casa estava escura e assim continuou. Queria aproveitar a luz da lua para comer aquele carinha boa pinta. Deixamos as roupas na sauna e caímos na piscina apagando um pouco o nosso fogo. O mergulho nos devolveu as energias e renovou o tesão. Agarrei o pau de Rogério como uma náufraga à procura de uma tábua de salvação.

Língua com língua, iniciamos uma operação boca a boca de tirar o fôlego. O caralho quente não combinava com a temperatura da água, mas tinha tudo a ver com a minha. O movimento de entra-e-sai criava ondas artificiais naquele mar de prazer, onde o gozo de Rogério foi a melhor onda.

O clima estava ótimo, mas eu queria mais do meu Netuno. Saímos da piscina e, rolando na grama, começamos tudo outra vez. Caí de boca naquele picolé de uva, reanimando o afogado com lambidas no saco. Transpirávamos tesão! Sentei naquela vara com toda a disposição. Subia e descia cadenciadamente, rebolando bem devagar e arrancando suspiros da minha presa. Mais rápido, pedia e mais devagar eu ia, o fazendo delirar com aquela tortura.

Contraía a xoxota, apertando e soltando o pau de Rogério lentamente. Sentir aquele gozo quente nas minhas entranhas foi uma delícia. Lamber toda a porra espalhada pelo corpo de Rogério foi um prazer maior ainda. E o danado gozava forte! Tinha creme para todo canto, melando minhas coxas, pernas e pentelhos.

Quando já pensávamos em partir para a terceira trepada, ouvimos um barulho estranho vindo da casa do caseiro. Era o próprio, que testemunhava toda a fodelança tocando um célere punhetão. Edmílson trabalhava para a família há muito tempo, na nossa casa de praia, e agora ia ficar com Jussara e o marido. Como Edmílson já me servira em outras áreas, não me senti acanhada em chamá-lo para a nossa festinha.

Convite aceito, fiquei de quatro, mordiscando o caralho grosso e espumante do caseiro. Excitado, Rogério colocava na minha perereca por trás com estocadas furiosas e profundas.

Não era a primeira vez que dava para dois ao mesmo tempo, mas, certamente, aquela foi ótima, definitiva. Rogério e Edmílson se revezaram em outras posições, tornando inesquecível a festa de casamento da minha irmãzinha. Uma festa em que fiz a minha lua-de-mel particular.

Conto erotico enviado por email - by Fogosa

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