A Filha de Minha Funcionária II

Como prometi, voltei para relatar e completar o conto anterior, para os que não leram vá até A filha da minha funcionária, pois este é o seguimento do texto. Como relatei anteriormente, estava quase de saída e a Luciana não quis que eu fosse embora, como estava todo mundo que participou da festa estava dormindo ou tinha ido embora, a Lú queria algo mais, nesta sua primeira vez, primeira transa, primeiro conhecimento como mulher completa.

Fomos à cozinha para fazer um lanche, pois a última vez que eu tinha comido foi o churrasco da tarde, e já iam lá pelas 22:00h, conversamos muito, sobre a vida sobre o que tinha ocorrido conosco, etc.
Estava uma noite daquelas, com um luar espetacular, e como não poderia deixar de ser a temperatura estava muito alta.

- A gente podia tomar um banho de piscina, ainda estou toda meladinha.
- Será que sua mãe e a amiga dela, não vão acordar.
- Se estiverem acordadas, não é hoje que saem daquele quarto.
- Ela costuma desmaiar, deste jeito.
- Vem comigo, vou te mostrar que não seremos incomodados hoje.

Passamos pelo lado de trás da casa e fomos dar na janela da suíte principal da casa, antes de chegar, já se ouvia alguns rumores e gemidos, pelo canto da mesma dava para vislumbrar o que ocorria na parte de dentro, da janela onde estávamos conseguia-se ver a banheira da suíte, quase que inteira. Estava borbulhando cheia de espuma, numa borda estava Aurora semi deitada e a amiga completamente enterrada na espuma, com a boca no meio das pernas dela, lambia, chupava, mordia, enfiava o dedo naquela bucetona, enquanto Aurora massageava o bico dos seios elevando até a boca e mordia-os alucinadamente.

Aí pude ver que a coroa (se dá para chamar uma mulher de 43anos de coroa), que sempre usa roupas largas e fechadas, tinha um corpo escultural, roliço, com uma marquinha diminuta de tanga, altamente bronzeada sema a marca da parte de cima, e que peitões, pareciam dois melões maduros, nunca tinha percebido, também levo sempre aquele ditado à risca; onde se ganha o pão não se come a carne, mas naquela hora, por aquela mulher, este ditado foi por terra.

Enquanto apreciava aqueles dois corpos deslizando um no outro, meu tesão foi crescendo, já estava com meu mastro, quase arrebentando o zíper da bermuda e eu estava estático, boquiaberto e viajando na cena, pois nunca tinha presenciado algo assim ao vivo espiando por uma janela. A Lú estava com uma das mãos dentro do shortinho e a outra massageando os biquinhos dos peitos.

Eu viajando na cena na banheira, de repente a Luzinha ajoelhou no gramado abriu minha bermuda, tirou meu pau para fora, que quase explodia de tanto tesão, começou lamber a cabeça e mordiscar logo abaixo dela passava a língua com uma maestria, que antes (de tarde) não tinha mostrado, e o meu tesão aumentava, olhava sua mãe que agora na cama com a amiga, caia num 69 espetacular, as duas de posse de brinquedinhos sexuais, se penetravam, chupavam, lambiam, gemiam de puro prazer.

No meu caso já estava partindo também para um 69 com a Lú, aquela gatinha não parecia que tinha sido descabaçada no mesmo dia. Dá leitinho pra sua gatinha, ela já tinha gozado mais uma vez, aquele seu néctar agridoce estava invadindo minha garganta não agüentei mais e gozei, estava arfando e gemendo tão alto que fiquei com medo de alguém estivesse escutado.

Desfalecemos ali mesmo no gramado, atrás da janela da suíte de sua mãe, ela veio por cima e deitou no meu peito dizendo, não sabia como era bom ser possuída por um macho, carinhoso e tão gostoso, queria ter te encontrado antes. Levantamos e fomos para a piscina, tanto eu quanto ela, precisávamos relaxar.

Dentro da piscina ela veio de ao meu encontro se jogou no meu pescoço e ficou me beijando, sua língua quase tocava minhas amídalas, ficamos longo tempo nos beijando, foi quando ela disse, já transei com uma amiga de minha mãe, e ela sabia, pois foi ela que arrumou que prometeu que meu cabacinho só iria ser estourado por quem eu escolhesse e não por um brinquedinho, e ao contrário de minha mãe, que gosta dos dois sexos, eu só gosto de um, gosto mesmo é de homem, e hoje vi que só um macho pode me satisfazer, e estou muito feliz por ter escolhido você, disse me beijando ternamente, agora eu sou só sua, e enquanto este tesão durar só quero você, meu amado.

Sabia eu que era apenas tesão de pica, e que quando saísse dali, poderia acabar tudo, pois era lógico que aquela gatinha não seria só de um, e que também deveria ter um monte de gatinhos em sua volta, mas fui o primeiro homem da sua vida, e isto já era o melhor e meu último delírio, será que eu acordaria, não queria pensar nisto, bastava estar recebendo aqueles lábios carnudos unido aos meus, ainda com o gosto de todo o seu néctar não mais virginal, mas quase.

Quarta feira seguinte batem à porta, fui abrir.

- Oi, Luciana. Mas esta é uma outra história.

Enviado por gerente via email

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