Casal 30

Sou publicitário, 32 anos, e a experiência que estou vivendo agora é a primeira do gênero na minha vida. aliás, tenho me sentido tão bem com a novidade que é por isso que me animo a escrever esta história. Seguinte: quando solteiro, participei de muitas noitadas do que hoje se chama de sexo grupal, mas que na época chamávamos de suruba. Eu não me inibia, e meus colegas chegavam mesmo a elogiar minhas performances, apelidando-me de o rei do bacanal.

Depois de casado, porém, no máximo que fiz foi cometer uma aventurazinha discreta vez ou outra, com as meninas da agencia onde trabalho, tudo sem maiores conseqüências. Minha mulher, um pedaço de garota de 24 anos, morena alta, corpo de menina, com tudo muito bem distribuído, sexy, atraente, atende por inteiro todas as minhas necessidades sexuais, e o tipo de vida social que levamos, bem intensa, pouco tempo deixa para eu dar escapulidas fora do leito conjugal.

Assim, foi com ela, e com a ajuda dela, que experimentei o famoso ménage-a-trois, que vocês dai tão brasileiramente traduziram para baiao-de-três. Acontece que temos um apartamentozinho de condomínio em Cabo Frio, e sempre que podemos vamos para lá curtir o fim de semana, se possível levando amigos que tornem nosso lazer mais agradável.

Em janeiro, aproveitando uns poucos dias de sol desse chuvoso verão carioca, minha mulher. Selma, convidou uma amiga de que gosta muito desde os tempos da escola normal, e ia fomos os três apertadinhos em meu Puma em busca dos prazeres cabo-frienses. Do Rio até lá, as mulheres não pararam de tagarelar, lembrando velhas historias do colégio, tipo quem transava com quem, aquelas coisas de lesbianismo adolescente, namoricos etc., casos que Selma nunca me contara, e que eu ficava sabendo agora, pelo papo das duas. Silencioso, eu deixava que as duas falassem, e pude perceber que a vida antes do casamento de minha mulher tinha sido bem menos inocente do que eu imaginava.

Na piscina do condomínio, estimuladas por sucessivas caipirinhas de vodca que eu mesmo ia preparando, Selma e Nélia passaram a mostrar muita intimidade, acompanhando com as mãos os contornos uma da outra, à medida que se elogiavam mutuamente. De fato, são duas mulheres e tanto. Nélia, então, é uma graça. Da mesma idade de Selma, ela tem, porém, um corpinho de ninfeta, que seus cabelos louros e escorridos acentuam ainda mais.

Do tipo falsa magra, tem as pernas roliças e cobertas de pêlos louros, e a bundinha arrebitada, de nádegas separadas, deixando o reguinho bem visível sob o biquíni curtíssimo, quase inexistente. Pelo fim da tarde, já meio de noite, estávamos só nós na piscina. Todos os demais moradores do condomínio já tinham se retirado. Estávamos de pileque. Eu, excitado por tudo que tinha visto e ouvido, me juntara a elas dentro da água, e fazíamos como que uma ciranda, os braços enlaçando os corpos.

Nossas coxas se tocavam por baixo da água, e tínhamos consciência de que esse contato era forçado, e não casual. Vez por outra um de nós se agachava para molhar o rosto e os cabelos, e deixava que as mãos escorressem pelas nádegas dos outros dois. Era o que se pode chamar de um belo sarro, que nossas risadas, conversinhas e apalpadelas tornavam mais e mais excitante. Não preciso dizer que eu estava em ponto de bala.

Meu membro bem proporcionado lutava para escapar da prisão da pequenina sunga, e eu o libertei. Selma e Nélia logo perceberam que eu estava com tudo de fora, e entre novas risadas passaram a tocar de leve e intermitentemente no mastro que hás vezes vinha mostrar-se fora da água. Não podíamos continuar mais ali. Era já noite, ninguém nos via, mas era necessário ir adiante, levar a coisa a bom termo. Fomos para o apartamento, cada um revelando na cara o ar matreiro da sacanagem em andamento, trocando olhares cúmplices, como crianças fazendo arte. Era divertido. Era excitante. Era um barato.

Eu estava para tudo, levado pela bebida e a excitação, mas não sabia até onde minha mulher consentiria que eu fosse, ou (o melhor) até onde ela também gostaria de ir. Dentro do apartamento, com o som ligado, resolvi trocar de bebidas. Em lugar de caipirinha, um bom vinho branco bem gelado passou a ajudar a fazer nossa cabeça, já bem alta. Selma e Nélia puseram-se a dançar, primeiro separadas, depois bem juntinhas, e finalmente agarrando-se e beijando-se, ao que parecia lembrando-se dos bons tempos da escola normal.

Eu me surpreendia pela maneira como as coisas corriam tão rápidas, mas podia entender tudo quando raciocinava que afinal elas não estavam ali iniciando nada, mas apenas retomando uma ligação há muito interrompida. Eu deixara a sala meio hás escuras, e foi na penumbra que Selma e Nélia se despiram, cada uma tirando lentamente, ao som da musica, o biquíni da outra. O espetáculo que tinha diante de mim me fascinava e excitava. Minha mulher, morena, alta, esguia, envolvente; Nélia, pequena, loura, tipo bonequinha. As duas se beijavam na boca, nos olhos, no pescoço, e só me restava aderir.

Arranquei minha sunga e refizemos nossa ciranda da piscina, agora de maneira muito mais efetiva, porque não precisávamos fingir que apenas brincávamos. A coisa agora era a sério, pois estávamos dispostos a ir ás ultimas conseqüências. A fita acabou, o som se extinguiu, mas permanecemos enlaçados, trocando beijos e caricias, descendo lentamente para o chão, até nos deitarmos embolados no tapete leve da casa de praia. Foi então que as duas resolveram dedicar-se a mim, cada uma escolhendo para si uma parte de meu corpo.

Nélia veio beijar-me, envolvendo-me a cabeça em sua vasta cabeleira loura, enquanto Selma se pós a praticar a arte em que é mestra: sugar-me o membro até levar-me há loucura, beijar-lhe cada centímetro, chupar os testículos um de cada vez, delicadamente, depois voltar á extremidade para morde-lo, passar a língua na fenda, voltar com os dentes a dobra da glande, ao mesmo tempo que as mãos percorriam toda a extensão do pênis.

Deitado de costas no chão, pude receber na boca o sexo róseo e cheiroso de Nélia, que chupei com sofreguidão. A moça se mexia freneticamente, esfregando a vulva por toda a minha cara, desde a boca até a testa, passando pelo nariz. Ela gemia e me apertava a cabeça, molhando-me todo com seu suco. Selma, que percebia que eu já estava próximo do gozo, parou de chupar-me e veio sentar-se gostosamente em meu mastro, que a penetrou fundo, enchendo-a toda.

Nós três nos movimentávamos como loucos, entre gemidos e pequenos gritos de prazer. Eu poderia dizer que gozamos juntos, mas Nélia teve uma sucessão de gozos que parecia interminável. Selma estava já parada, relaxando, com as mãos apoiadas sobre meu ventre, conservando meu membro satisfeito em suas entranhas, e Nélia ainda gemia e se rebolava, esfregando seus lábios vaginais em minha cara toda lambuzada. Penso que eu nunca antes tivera tanto prazer, e pela expressão feliz de minhas amantes podia calcular que também elas estavam tendo uma experiência impar. Descansamos um pouco, e logo fui pegar na geladeira uma nova garrafa de vinho. Servimos, trocando poucas palavras, apenas para não deixar que o silencio nos fizesse constrangidos.

Então, Selma veio para mim e, sentados no chão, pusemo-nos a trocar caricias e beijos, de modo a nos excitarmos de novo, e também para atrair mais uma vez nossa pequena companheira. Mais uns minutos, e novamente o trio estava formado. Agora era Nélia quem cuidava do meu membro, enquanto Selma me namorava, beijando-me de leve e olhando com prazer a maneira gulosa como sua amiga me chupava. Atraída pelo que via, minha mulher foi juntar-se a Nélia, e suas cabeças se embolaram sobre meu baixo-ventre.

Pude sentir suas bocas percorrerem-me o pênis, disputando cada pedaço. E, a cada momento, uma interrupção. Eram as duas que se beijavam, esfregando a cara no membro super-duro. O movimento seguinte foi de iniciativa de Selma. Erguendo-se, ela posicionou Nélia de maneira a sentá-la sobre meu pênis, pegando-a pêlos ombros e comprimindo-a para a frente e para trás, dirigindo seu ritmo. Então, minha mulher veio sentar-se sobre meu peito, virada para sua amiga, e beijando -lhe os seios e a boca preparava-a para mais uma série de gozos.

Pegando Selma pelas ancas, puxei seu traseiro para meu rosto, e fiz minha língua acariciar-lhe o anus, a vulva, os lábios e o clitóris, provocando-lhe gemidos e incentivos para que continuasse. Desta vez a coisa foi mais demorada. Todos os três nos contínhamos, procurando prolongar ao máximo o prazer que aquilo nos oferecia. Formávamos um verdadeiro triângulo: eu era a base; as duas mulheres, beijando-se, uma com a vulva em minha boca e outra com meu membro todo enterrado em si, formavam os dois outros lados. Um triângulo de prazer.

A primeira a gozar foi Nélia. Um gozo demorado, farto, entrecortado de gritos e gemidos de choro. Depois foi a minha vez, uma loucura. Enfim, Selma derramou-se em minha boca, deixando a cabeça cair para trás enquanto se pendurava nos ombros da amiga. Aquela foi nossa primeira noite. No dia seguinte fomos para a praia das Conchas, num ponto deserto, e reiniciamos nossas brincadeiras preparatórias do ménage no apartamento.

De lá para cá, nosso triângulo tem-se repetido muitas e gostosas vezes. Alguns amigos tem reclamado que não os convidamos mais para Cabo Frio, mas eu e Selma temos reservado aquele cantinho para nossa amiguinha.

Conto erótico enviado por email – usuário anônimo

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