Um Swingue do Caribe!

Renata e Mary sentaram-se de frente para mim e Mário. Renata era uma musa, de cabelos curtos, e usava um vestido vermelho bem acima dos joelhos que mostrava as coxas grossas, lisas, com poucos pêlos lourinhos. Um tesão. Mary é minha mulher, uma morena alta e magra com um corpo de dar inveja. Gosta de ser cobiçada e provocar ciúme.

Renata, mulher de Mário, insistia em mostrar as pernas, cruzando-as e descruzando-as, me deixando sem jeito. Mostrava a calcinha vermelha para todos, mas Mário não tomava conhecimento: estava mais interessado no decote de minha mulher. O jogo da sedução prolongou-se até nossa saída da boate onde só dava turistas de todos os países.

Conhecemos o casal durante a viagem que fizemos ao Caribe. Eles estavam no mesmo hotel e também são brasileiros. Bebemos, conversamos e dançamos alegremente. Sem querer saber a hora, resolvemos voltar para o hotel. Pegamos as chaves na portaria e subimos sem sermos perturbados por ninguém. Renata e Mário nos chamaram para tomarmos um vinho e aceitamos na hora.

Renata foi logo tirando os sapatos, jogou-os no canto e se atirou na cama, deixando tudo à mostra. Olhei para aquele monumento, me deliciei com os olhos, procurando me comportar naturalmente. Parecia uma cena de filme... Mary foi ao banheiro enquanto eu abria uma garrafa dágua. Mário tirou a camisa, reclamando do calor. Foi ao banheiro também, entrou quase encostando nela, fez xixi sem cerimônia e saiu com o zíper aberto, balançando a vara. Abri uma garrafa de vinho tinto e Mário perguntou para Renata se ela o desejava. O marido pulou sobre a esposa e entre beijos, abraços e passadas de mãos, ficaram nus. Mário beijou a boca de Renata, os peitos, a barriga e a vagina.

Fiquei maravilhado com tudo que via. Sou tarado em bucetas cabeludas como a de Renata. Minha Mary só tem um triângulo que ela faz questão de aparar com a tesoura. Ficamos no sofá ao lado da cama, assistindo àqueles dois animais selvagens no cio. Babei quando Renata ficou na posição de quatro virada para mim. Levantei e me servi de mais vinho. Eu e Mary comemoramos a penetração do casal em estilo papai-mamãe.

Puxei Mary pelos braços, abracei-a e beijei-a na boca. Retirei sua blusa, libertando os seios em formato de pêra para sugá-los. Desci minha boca até a barriguinha arrepiada, puxei a calça e junto saiu a calcinha. Beijei o ventre de Mary, que estava úmida e cheirosa. Ela adora quando penetro por trás e não foi diferente daquela vez. Se posicionou de quatro e pude metê-la com disposição. Enquanto isso, Mário e Renata faziam um sessenta-e-nove bárbaro!

Mary gosta também que eu a chupe depois do gozo. Veio por cima de mim, abriu as pernas e montou no meu rosto, esfregando alucinadamente seu xibiu na minha barba. O cheiro de sexo no ambiente acusava o clima de prazer. Mário levantou, encheu as taças e brindamos nosso desempenho. Nem precisava dizer que estava na hora de trocarmos os casais. Olhei para Renata, que estava de bruços e, vendo aquele bumbum clarinho, me enchi de vontade de traçá-lo.

Fui ao banheiro tomar uma ducha e Renata veio atrás me perguntando às horas. Muito educada, ela me pediu que a deixasse me ensaboar. Começou pelo meu peito, me lavou as costas e, depois, com carinho, ensaboou e brincou com meu pau. Pedi para fazer o mesmo com o corpo dela. Passei as mãos naquela poupança e, em seguida, virei acariciando a xereca maravilhosa. Como era gostosa! Afastei os grandes lábios e fiquei sugando com carinho o clitóris.

Renata pegou meu pênis, levantou a perna e encaixou na abertura. Meu pau ficou grande como nunca dentro daquela potranca! Pena que gozei rapidamente. Nos enxugamos e fomos para a cama. Como já esperava, minha mulher e Mário estavam na maior agarração também.

Fiz Renata se sentar na beirada da cama e abri as pernas antes de mergulhar entre elas. Chupei o grelinho até que ela tivesse um orgasmo. Mary e Mário, a esta altura, já tinham gozado e se preparavam para tomar banho juntos.

Antes de retornar da viagem, fizemos outro encontro com muito prazer e cumplicidade, só que no nosso apartamento. Foi quando paguei aquela performance que estava devendo a Renata, dando uma canseira que ela não sentiu igual em todo o Caribe.

Conto erótico recebido por email

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