A Tara das Torcedoras

Nosso time de vôlei sofrera mais uma derrota e não tínhamos motivo para comemorar. O mundo parecia desabar sobre minha cabeça sozinho no vestiário depois que os colegas saíram abatidos. Estava sem forças para ir embora também e nem percebi a chegada de duas comovidas torcedoras. Verônica e Isa sempre nos acompanhavam nos jogos, levando presentinhos e mimos. Daquela vez, senti que estavam dispostas a tudo para me consolar.

Não fica assim, dizia Verônica, enquanto alisava meus cabelos. Vocês são ótimos, completava Isa, com as mãos nos meus joelhos. Depois, me convidaram para comer um bobó de camarão que tinham preparado especialmente para aquela noite. Na vitória ou na derrota, elas estavam sempre com a gente.
Diante de tanta cortesia, aceitei e fui para a casa delas, meio dormindo, meio animado com a possibilidade de passar uma noite agradável.

A casa era espaçosa e o cheiro do dendê estava no ar. Fiquei esparramado na sala enquanto elas cuidavam das tralhas na cozinha. Acho que peguei no sono pois, quando acordei, a comida já estava na mesa e uma música da Timbalada animava a festinha.

O bobó estava ótimo mas a sobremesa prometia ser melhor ainda. Para espantar a tristeza, as torcedoras dançavam animadíssimas, caprichando nos rebolados, fazendo tudo para me excitar. Como estava calor, Isa sugeriu que tirássemos as camisas. Mais fogosa, Verônica incendiou Salvador:

— Que tal ficarmos nus? O calor vai embora. Embarquei na proposta e comecei a dançar com elas.

O pau deu sinal de vida quando Isa começou a dançar na boquinha da garrafa, abrindo e fechando a aranha suadinha. Percebendo a disposição do bruto, Verônica veio pelo lado e começou a alisá-lo, sem parar de dançar. Como estava de frente pro bicho, Isa pediu licença e tratou de abocanhá-lo num belo exercício de sucção.

O negócio estava ficando bom, muito bom. Para não ficar de fora, Verônica beijava minha boca com o mesmo capricho da amiga. A língua da danada era quente e aveludada, fazendo movimentos de entortar qualquer mortal. Como não consigo esporrar durante um boquete, sugeri que deitássemos no chão. Para quê? As duas saíram me chupando e me alisando todo. Não escapava nada. Dos dedos do pé às orelhas, tudo foi mordido e lambido.

Como não tinha dois cacetes, apelei para a língua. Cravei na Verônica e retribuí o sexo oral na Isa. O problema é que ninguém conseguia ficar parado. Era um tal de mexer para cá, abrir as pernas para lá, uma zorra arretada. Sentia as duas gozarem, mas a minha porra ainda estava entalada. Percebendo isso, as torcedoras não desanimaram: trocaram de posições e continuaram a animar a partida.

Já estava todo unhado e cheio de chupões àquela altura, com a estrovenga mais quente que um acarajé. E o recheio apimentado acabou sendo saboreado por Isa. O que ela não ganhou na boca, levou na buceta, farto e espumante.

Em ritmo de trio elétrico, a farra entrou pela noite adentro. Nos intervalos, parávamos para dar uma beliscada no bobó e uma bicada na água de coco que guardavam na geladeira. Refeitos, íamos em frente, eu com duas bocas a me chupar e um pau dando prazer às mais fiéis torcedoras do mundo.
No dia seguinte, cheguei no treino animadíssimo e ninguém entendeu nada. Só sei que funcionou: levantei o moral do time e, durante muitas noites, levantei bolas e bagos em homenagem à Verônica e à Isa.

By Atleta – Conto erótico recebido por email.

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